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sábado, 3 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Teste 2 - 10º ano - Modelo
Teste Modelo 2_ 10º Ano by paulofeitais on Scribd
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Matriz teste 2
Nota: neste teste é obrigatório o uso de folha de teste.
Seja original e crítico nas suas respostas.
O teste terá a duração de 90 minutos.
Critérios gerais de correção de testes sumativos
Teste modelo
Conteúdos:
1. Abordagem introdutória à filosofia e ao filosofar.
1.1.1. O que é a filosofia?
1.1.2. A definição etimológica do termo 'Filosofia'.
1.1.3. O texto "Em frente da lei" - análise da atitude do camponês em contraste com a atitude filosófica.
1.1.4. A alegoria da caverna.
1.1.5. O espanto como a origem da filosofia: a importância filosófica do reconhecimento da ignorância.
1.1.6. O exemplo de Sócrates.
1.1.6.1. O método socrático.
1.1.7. A especificidade da filosofia.
1.1.7.1. A filosofia como uma atividade crítica.
1.1.7.2. A filosofia como um saber problematizante.
1.2. Quais são as questões da filosofia?
1.2.1. Os diversos tipos de questão.
1.2.1.1. As características das questões filosóficas: a) respostas abertas ao questionamento (as questões filosóficas nunca têm uma resposta unívoca; b) universalidade; c) abstração.
1.2.1. Senso comum, ciência e filosofia.
1.2.1.1. As principais características do senso comum.
1.2.1.2. A filosofia e a ciência enquanto saberes racionais.
1.2.1.2.1. A filosofia e a ciência como saberes que buscam a verdade.
1.2.1.2.1. A filosofia como uma visão integradora do saber (totalizante), distinta da visão parcelar (especializada) da ciência.
1.2.1.3. As principais características da filosofia: radicalidade, autonomia, historicidade e universalidade.
1.3 - A dimensão discursiva do trabalho filosófico.
1.3.1. Instrumentos lógicos do pensamento.
1.3.1.1. Conceptualizar: o significado da conceptualização e a natureza formal dos conceitos (a definição de conceito como "a representação abstrata da essência (natureza) de uma classe de objetos").
1.3.1.1.1. A extensão e a compreensão dos conceitos.
1.3.1.1.2. A definição dos conceitos: as regras da definição.
1.3.2. A Razão a a racionalidade.
1.3.2.1. Os Princípios Lógicos da Razão: Identidade; Não-contradição e Terceiro Excluído.
1.3.2.1.1. O Princípio da Razão Suficiente.
1.3.3. A proposição.
1.3.3.1. Os diversos tipos de proposição (A,I,E,O).
1.3.3.1.1. A forma normal.
1.3.4. Os argumentos.
1.3.4.1. As premissas e a conclusão.
1.3.4.2. Os diversos tipos de argumento.
1.3.4.2.1. Os argumentos dedutivos e a validade dedutiva.
1.3.4.2.2. Os argumentos não dedutivos (indutivos, por analogia e de autoridade) e os critérios a que têm que obedecer os argumentos para poderem ser considerados bons.
1.3.4.2.3. Análise crítica de argumentos.
2.1. A ação humana - Análise de compreensão do agir.
2.1.1. Distinção entre ação e acontecimento;
2.1.2. A rede conceptual da ação;
2.1.2.1. A distinção entre fazer e agir. A distinção entre atos voluntários e atos involuntários;
2.1.2.1.1. A distinção entre atos voluntários e atos involuntários;
2.1.2.1.1. Os elementos constitutivos da ação: agente, motivo, intenção e consequências da ação;
2.1.2.1.2. O comportamento humano e o comportamento animal;
2.1.2.1.2.1. A imprevisibilidade do comportamento humano: a liberdade da vontade;
2.1.2.1.2.2. O processo decisório.
Conceitos:
Acontecimento
Ação
Agente
Autonomia Atitude Filosófica Alegoria
Argumento Argumentos dedutivos Argumentos indutivos Argumentos por analogia
Argumentos de autoridade
Ato reflexo
Causa
Conceito Conclusão
Cópula
Consciência
Consequências (da ação)
Comportamento (comportamento animal/ comportamento humano)
Compreensão (dos conceitos)
Contrárias
Contraditórias
Crítica
Deliberação Decisão
Determinismo
Dúvida
Especificidade (especificidade da Filosofia)
Estímulo
Extensão (dos conceitos)
Fazer
Filosofia
Historicidade Heteronomia
Instinto
Intenção
Involuntário (ato involuntário)
Liberdade
Método
Motivo
Oposição
Particular
Pensar (pensar por si próprio)
Predicado
Premissa
Princípios lógicos da Razão Princípio da Identidade Princípio da Não-contradição Princípio do Terceiro Excluído
Proposição Tipos de Proposição Elementos das proposições
Problema Pressuposto(s)
Radicalidade
Razão
Reação
Reflexão
Resposta
Subalternas
Subcontrárias
Sujeito (de uma proposição)
Senso Comum
Universal
Universalidade
Utilidade da Filosofia
Voluntário (ato voluntário)
Tese
Quadrado lógico
Questão (os diversos tipos de questão) (as questões filosóficas)
Quantificador
Validade
Verdade
Vontade
Objectivos:
1. Definir etimologicamente o termo 'Filosofia';
2. Caracterizar a filosofia como uma busca da verdade;
3. Caracterizar o senso comum;
4. Distinguir a filosofia do senso comum;
5. Caracterizar a filosofia a partir das suas principais características (radicalidade; autonomia; historicidade e universalidade);
6. Distinguir a Filosofia e a Ciência;
7. Confrontar a filosofia com a ciência tendo em conta o objecto de cada um destes saberes ("A filosofia visa a totalidade do real");
8. Explicar a alegoria da caverna;
9. Definir o conceito de problema;
10. Identificar os diversos tipos de questão utilizados na Filosofia;
11. Distinguir as questões filosóficas dos outros tipos de questão;
12. Explicar a atitude filosófica;
13. Reconhecer que a filosofia é um saber pessoal e a ciência, um saber objetivo (impessoal);
14. Problematizar a utilidade da Filosofia;
15. Identificar problemas filosóficos:
16. Definir conceitos tendo em conta as regras da definição;
17. Reduzir proposições à forma normal;
18. Identificar os diversos tipos de proposição (A, I, E, O);
19. Compreender o quadrado lógico da oposição;
20. Inferir o valor de verdade de proposições a partir da sua relação de oposição;
21. Relacionar proposições tendo em conta o tipo de oposição (proposições contraditórias, contrárias ou subcontrárias e subarternas);
22. Definir a Razão;
23. Explicar a importância da racionalidade;
24. Definir a Lógica e identificar as suas principais funções;
25. Explicitar os princípios lógicos da razão (identidade, não contradição, terceiro excluído);
26. Compreender o princípio da razão suficiente;
27. O definir conceitos tendo em conta as regras da definição;
28. Definir o conceito de argumento;
29. Compreender o conceito de verdade (das proposições) - A verdade como a adequação do pensamento à realidade;
30. Compreender o conceito de validade (dos argumentos);
31. Identificar premissas e conclusão dos argumentos;
32. Identificar os diversos tipos de argumento (argumentos dedutivos, indutivos, por analogia e de autoridade);
33. Reconhecer que os nos argumentos dedutivos válidos, se as premissas são verdadeiras, a conclusão não pode ser falsa;
34. Explicar porque é que nos argumentos indutivos a verdade das premissas não é suficiente para fundamentar a verdade da conclusão (a conclusão de um argumento indutivo é sempre plausível, ou seja, pode vir a ser posta em causa);
35. Definição do conceito de contraexemplo (para refutar uma tese universal, basta apresentar um exemplo que a contradiz);
36. Aplicar critérios de análise de argumentos na análise crítica de argumentos (ver a "grelha para análise de um argumento");
37. Problematizar e identificar problemas filosóficos;
38. 15. Identificar os diversos elementos constitutivos da ação (os conceitos da ‘rede conceptual da ação’);
39. Relacionar os conceitos de acontecimento e ação;
39. Definir e relacionar os conceitos de agente, motivo, intenção e consequências (da ação);
40. Distinguir atos voluntários e involuntários;
41. Reconhecer que os atos involuntários podem ser conscientes ou inconscientes;
42. Definir a ação como ato voluntário;
43. Reconhecer que os atos voluntários são sempre conscientes;
44. Explicar a deliberação enquanto processo decisório;
45. Explicar porque é que o comportamento humano não é (totalmente) previsível;
46. Reconhecer a existência da liberdade como fator decisivo na produção da ação humana;
47. Identificar os pressupostos de teses (opiniões);
48. Posicionar-se criticamente perante teses (opiniões);
49. Posicionar-se criticamente perante argumentos;
50. Interpretar textos filosóficos, identificando problema, tese e argumentos;
51. Construir argumentações sólidas.
Recursos:
Recursos digitais
Estrutura do teste:
Grupo I - 10 a 20 questões de escolha múltipla.
Grupo II - 3 subgrupos:
II.1. Redução de proposições à forma normal e identificação do tipo de proposição.
II.2. Exercícios de oposição entre proposições (com a apresentação de opostas e/ou relação entre valores de verdade).
II. 3. Análise argumentos (identificação de premissa e conclusão, identificação do tipo de argumento e análise crítica de argumentos).
Grupo III - 2 subgrupos:
III.1. Análise de um texto tendo em conta:
a) o tema/problema;
b) a tese;
c) os argumentos (com a possível identificação do tipo de argumento);
d) posição crítica perante os argumentos.
III.2. Análise de um texto sobre a temática da ação (com 1 ou 2 questões de resposta restrita).
Grupo IV - 1 questão de desenvolvimento (que pressupõe a colocação de uma questão, a formulação de uma tese e a elaboração de argumentos que sustentem a tese).
Seja original e crítico nas suas respostas.
O teste terá a duração de 90 minutos.
Critérios gerais de correção de testes sumativos
Teste modelo
Esclarecimento de dúvidas por email - clicar aqui.
(até 24 horas antes do teste - deve indicar o nome, nº. e turma)
(até 24 horas antes do teste - deve indicar o nome, nº. e turma)
Conteúdos:
1. Abordagem introdutória à filosofia e ao filosofar.
1.1.1. O que é a filosofia?
1.1.2. A definição etimológica do termo 'Filosofia'.
1.1.3. O texto "Em frente da lei" - análise da atitude do camponês em contraste com a atitude filosófica.
1.1.4. A alegoria da caverna.
1.1.5. O espanto como a origem da filosofia: a importância filosófica do reconhecimento da ignorância.
1.1.6. O exemplo de Sócrates.
1.1.6.1. O método socrático.
1.1.7. A especificidade da filosofia.
1.1.7.1. A filosofia como uma atividade crítica.
1.1.7.2. A filosofia como um saber problematizante.
1.2. Quais são as questões da filosofia?
1.2.1. Os diversos tipos de questão.
1.2.1.1. As características das questões filosóficas: a) respostas abertas ao questionamento (as questões filosóficas nunca têm uma resposta unívoca; b) universalidade; c) abstração.
1.2.1. Senso comum, ciência e filosofia.
1.2.1.1. As principais características do senso comum.
1.2.1.2. A filosofia e a ciência enquanto saberes racionais.
1.2.1.2.1. A filosofia e a ciência como saberes que buscam a verdade.
1.2.1.2.1. A filosofia como uma visão integradora do saber (totalizante), distinta da visão parcelar (especializada) da ciência.
1.2.1.3. As principais características da filosofia: radicalidade, autonomia, historicidade e universalidade.
1.3 - A dimensão discursiva do trabalho filosófico.
1.3.1. Instrumentos lógicos do pensamento.
1.3.1.1. Conceptualizar: o significado da conceptualização e a natureza formal dos conceitos (a definição de conceito como "a representação abstrata da essência (natureza) de uma classe de objetos").
1.3.1.1.1. A extensão e a compreensão dos conceitos.
1.3.1.1.2. A definição dos conceitos: as regras da definição.
1.3.2. A Razão a a racionalidade.
1.3.2.1. Os Princípios Lógicos da Razão: Identidade; Não-contradição e Terceiro Excluído.
1.3.2.1.1. O Princípio da Razão Suficiente.
1.3.3. A proposição.
1.3.3.1. Os diversos tipos de proposição (A,I,E,O).
1.3.3.1.1. A forma normal.
1.3.4. Os argumentos.
1.3.4.1. As premissas e a conclusão.
1.3.4.2. Os diversos tipos de argumento.
1.3.4.2.1. Os argumentos dedutivos e a validade dedutiva.
1.3.4.2.2. Os argumentos não dedutivos (indutivos, por analogia e de autoridade) e os critérios a que têm que obedecer os argumentos para poderem ser considerados bons.
1.3.4.2.3. Análise crítica de argumentos.
2.1. A ação humana - Análise de compreensão do agir.
2.1.1. Distinção entre ação e acontecimento;
2.1.2. A rede conceptual da ação;
2.1.2.1. A distinção entre fazer e agir. A distinção entre atos voluntários e atos involuntários;
2.1.2.1.1. A distinção entre atos voluntários e atos involuntários;
2.1.2.1.1. Os elementos constitutivos da ação: agente, motivo, intenção e consequências da ação;
2.1.2.1.2. O comportamento humano e o comportamento animal;
2.1.2.1.2.1. A imprevisibilidade do comportamento humano: a liberdade da vontade;
2.1.2.1.2.2. O processo decisório.
Conceitos:
Acontecimento
Ação
Agente
Autonomia Atitude Filosófica Alegoria
Argumento Argumentos dedutivos Argumentos indutivos Argumentos por analogia
Argumentos de autoridade
Ato reflexo
Causa
Conceito Conclusão
Cópula
Consciência
Consequências (da ação)
Comportamento (comportamento animal/ comportamento humano)
Compreensão (dos conceitos)
Contrárias
Contraditórias
Crítica
Deliberação Decisão
Determinismo
Dúvida
Especificidade (especificidade da Filosofia)
Estímulo
Extensão (dos conceitos)
Fazer
Filosofia
Historicidade Heteronomia
Instinto
Intenção
Involuntário (ato involuntário)
Liberdade
Método
Motivo
Oposição
Particular
Pensar (pensar por si próprio)
Predicado
Premissa
Princípios lógicos da Razão Princípio da Identidade Princípio da Não-contradição Princípio do Terceiro Excluído
Proposição Tipos de Proposição Elementos das proposições
Problema Pressuposto(s)
Radicalidade
Razão
Reação
Reflexão
Resposta
Subalternas
Subcontrárias
Sujeito (de uma proposição)
Senso Comum
Universal
Universalidade
Utilidade da Filosofia
Voluntário (ato voluntário)
Tese
Quadrado lógico
Questão (os diversos tipos de questão) (as questões filosóficas)
Quantificador
Validade
Verdade
Vontade
Objectivos:
1. Definir etimologicamente o termo 'Filosofia';
2. Caracterizar a filosofia como uma busca da verdade;
3. Caracterizar o senso comum;
4. Distinguir a filosofia do senso comum;
5. Caracterizar a filosofia a partir das suas principais características (radicalidade; autonomia; historicidade e universalidade);
6. Distinguir a Filosofia e a Ciência;
7. Confrontar a filosofia com a ciência tendo em conta o objecto de cada um destes saberes ("A filosofia visa a totalidade do real");
8. Explicar a alegoria da caverna;
9. Definir o conceito de problema;
10. Identificar os diversos tipos de questão utilizados na Filosofia;
11. Distinguir as questões filosóficas dos outros tipos de questão;
12. Explicar a atitude filosófica;
13. Reconhecer que a filosofia é um saber pessoal e a ciência, um saber objetivo (impessoal);
14. Problematizar a utilidade da Filosofia;
15. Identificar problemas filosóficos:
16. Definir conceitos tendo em conta as regras da definição;
17. Reduzir proposições à forma normal;
18. Identificar os diversos tipos de proposição (A, I, E, O);
19. Compreender o quadrado lógico da oposição;
20. Inferir o valor de verdade de proposições a partir da sua relação de oposição;
21. Relacionar proposições tendo em conta o tipo de oposição (proposições contraditórias, contrárias ou subcontrárias e subarternas);
22. Definir a Razão;
23. Explicar a importância da racionalidade;
24. Definir a Lógica e identificar as suas principais funções;
25. Explicitar os princípios lógicos da razão (identidade, não contradição, terceiro excluído);
26. Compreender o princípio da razão suficiente;
27. O definir conceitos tendo em conta as regras da definição;
28. Definir o conceito de argumento;
29. Compreender o conceito de verdade (das proposições) - A verdade como a adequação do pensamento à realidade;
30. Compreender o conceito de validade (dos argumentos);
31. Identificar premissas e conclusão dos argumentos;
32. Identificar os diversos tipos de argumento (argumentos dedutivos, indutivos, por analogia e de autoridade);
33. Reconhecer que os nos argumentos dedutivos válidos, se as premissas são verdadeiras, a conclusão não pode ser falsa;
34. Explicar porque é que nos argumentos indutivos a verdade das premissas não é suficiente para fundamentar a verdade da conclusão (a conclusão de um argumento indutivo é sempre plausível, ou seja, pode vir a ser posta em causa);
35. Definição do conceito de contraexemplo (para refutar uma tese universal, basta apresentar um exemplo que a contradiz);
36. Aplicar critérios de análise de argumentos na análise crítica de argumentos (ver a "grelha para análise de um argumento");
37. Problematizar e identificar problemas filosóficos;
38. 15. Identificar os diversos elementos constitutivos da ação (os conceitos da ‘rede conceptual da ação’);
39. Relacionar os conceitos de acontecimento e ação;
39. Definir e relacionar os conceitos de agente, motivo, intenção e consequências (da ação);
40. Distinguir atos voluntários e involuntários;
41. Reconhecer que os atos involuntários podem ser conscientes ou inconscientes;
42. Definir a ação como ato voluntário;
43. Reconhecer que os atos voluntários são sempre conscientes;
44. Explicar a deliberação enquanto processo decisório;
45. Explicar porque é que o comportamento humano não é (totalmente) previsível;
46. Reconhecer a existência da liberdade como fator decisivo na produção da ação humana;
47. Identificar os pressupostos de teses (opiniões);
48. Posicionar-se criticamente perante teses (opiniões);
49. Posicionar-se criticamente perante argumentos;
50. Interpretar textos filosóficos, identificando problema, tese e argumentos;
51. Construir argumentações sólidas.
Recursos:
Recursos digitais
Estrutura do teste:
Grupo I - 10 a 20 questões de escolha múltipla.
Grupo II - 3 subgrupos:
II.1. Redução de proposições à forma normal e identificação do tipo de proposição.
II.2. Exercícios de oposição entre proposições (com a apresentação de opostas e/ou relação entre valores de verdade).
II. 3. Análise argumentos (identificação de premissa e conclusão, identificação do tipo de argumento e análise crítica de argumentos).
Grupo III - 2 subgrupos:
III.1. Análise de um texto tendo em conta:
a) o tema/problema;
b) a tese;
c) os argumentos (com a possível identificação do tipo de argumento);
d) posição crítica perante os argumentos.
III.2. Análise de um texto sobre a temática da ação (com 1 ou 2 questões de resposta restrita).
Grupo IV - 1 questão de desenvolvimento (que pressupõe a colocação de uma questão, a formulação de uma tese e a elaboração de argumentos que sustentem a tese).
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Teste 1 2016/2017
sábado, 29 de outubro de 2016
Filosofia para Totós
“Só desejo que a filosofia possa aparecer perante os nossos olhos em toda a sua unidade, tal como, nas noites sem núvens, toda a extensão do firmamento está estendida perante nós para a admirarmos! Essa seria uma visão próxima à que temos do firmamento. Pois então decerto que a filosofia iria extasiar todos os mortais que a amam; devíamos abandonar todas aquelas coisas que, na nossa ignorância acerca do que é realmente importante, nós acreditamos que são importantes [sem o serem].
Séneca (Filósofo estóico do século I d.C.).
Filosofia para Totós? Que conceito! É o oxímoro, uma contradição nos termos, ou pelo menos uma contradição evidente, um exercício de futilidade, tal como “Cálculo Avançado para Imbecis”, ou “Neurocirurgia para Desastrados”?
Não. De forma nenhuma. O filósofo antigo Sócrates (século V a.C.), ensinou que, quando estão em causa as Questões Últimas (as questões mais importantes) todos nós começamos por ser totós. Mas se estivermos humildemente conscientes do quão pouco de facto sabemos, então poderemos, de facto, começar a aprender.
De facto, Platão (cerca de 428-347 a.C.), o mais próximo discípulo de Sócrates, conta-nos uma história interessante sobre o seu mestre: diz-nós que Sócrates soube que o oráculo de Delfos tinha dito que ele era o homem mais sábio de Atenas. Chocado com este anúncio inesperado, começou a procurar os homens que em Atenas tinham a maior reputação de serem sábios e começou a questioná-los de forma intensiva. Depressa descobriu que, em relação a assuntos-chave e verdadeiramente importantes, eles, realmente, pouco ou nada sabiam acerca daquilo que estavam convencidos conhecer. Com base nesta experiência, ele lentamente começou a compreender que a sua própria sabedoria deveria consistir na sua consciência de quão pouco de facto sabia acerca das coisas que mais importam e o quanto é importante procurarmos tudo o que pudermos acerca desses assuntos. Não é o intelectual arrogante é convencido que dá mostras de ter sabedoria, mas aquele que procura a verdade com uma curiosidade autêntica e com uma mente genuinamente aberta. [...]
A palavra filosofia significa apenas “amor à sabedoria”. Isto é fácil de entender quando compreendemos que o amor é um compromisso e que a sabedoria é procurarmos ver a vida por dentro, [de forma plenamente consciente]. A filosofia é, no seu melhor, um compromisso apaixonado de procurar e abraçar as verdades mais fundamentais e as perspectivas mais penetrantes sobre a vida.
Aristóteles (384-322 a.C) também teve uma compreensão profunda que nos pode também guiar aqui. Este grande pensador, discípulo de Platão durante muitos anos e preceptor de Alexandre o Grande (muito antes de ele ser conhecido dessa forma, uma vez então ainda era o pequeno Alexandre), escreveu numa das suas obras mais importantes que “a filosofia começa com o espanto”. E ele estava certo. Se nos permitirmos sentir espanto acerca das nossas vidas, acerca daquelas coisas que temos como garantidas, e acerca daquelas grandes questões que frequentemente conseguimos ignorar à medida que nos entregamos aos afazeres corriqueiros da vida quotidiana, estaremos a começar a comportar-nos como verdadeiros filósofos. Se pensarmos empenhadamente nessas questões e disciplinarmos o nosso raciocínio, de tal forma que possamos fazer verdadeiros progressos, começaremos a agir como bons filósofos. Mas não podemos verdadeiramente agir como filósofos se não começarmos a viver de acordo com as nossas descobertas filosóficas. Para sermos filósofos no sentido mais profundo, temos que pôr em ação a nossa sabedoria.\
Tom Morris, Philosophy for Dummies.
Tom Morris, Philosophy for Dummies.
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