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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
As teorias éticas
A necessidade de fundamentação da moral: análise comparativa de duas perspectivas
A ética deontológica de Kant (apresentação) - Esta apresentação deve ser explorada conjuntamente com a seguinte: Os dilemas do agulheiro e do cirurgião
A Ética Deontológica de Kant
As objeções à Ética de Kant
A Ética Utilitarista de Stuart Mill
Críticas (objeções) ao Utilitarismo
Ficha Formativa sobre o Utilitarismo (com correção)
As teorias éticas de Kant e Suart Mill
Ficha Formativa (com correção)
Para saber mais:
Ética e Política: Kant, Mill e Rawls
Proposta de trabalho:
O trabalho será realizado em grupo e terá as seguintes etapas:
1. Cada grupo irá refletir sobre a epidemia da Covid-19, partindo do seguinte ensaio filosófico de José Gil:
https://www.publico.pt/2020/03/15/sociedade/ensaio/medo-1907861
O trabalho será realizado em grupo e terá as seguintes etapas:
1. Cada grupo irá refletir sobre a epidemia da Covid-19, partindo do seguinte ensaio filosófico de José Gil:
https://www.publico.pt/2020/03/15/sociedade/ensaio/medo-1907861
1.1. Os grupos terão que identificar o problema central do texto e a tese central defendida pelo autor. E deverão, depois, formular um conjunto de questões que considerarem pertinentes (sobre o problema central do texto e/ou da pandemia). Os grupos deverão formular um mínimo de 10 questões (mas estas poderão ser mais).
1.2. Seguidamente, os grupos terão que identificar as questões que tenham a ver com problemas éticos e deverão construir uma reflexão crítica, sob a forma de um PowerPoint (ou outro tipo de apresentação) que servirá de base a uma exposição oral à turma.
1.3. Para além dessas questões, todos os grupos terão que responder à seguinte questão: Se os grupos de risco forem minoritários, poderão os governos decidir-se pelo não confinamento obrigatório de forma a salvar a economia?
1.4. As questões devem ser respondidas com base numa reflexão sobre as teorias éticas e Kant de Stuart Mill.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
Particle Fever
O documentário "Particle Fever" traz à vida o bosão de Higgs
O documentário é o relato fascinante e bem informado sobre a maior experiência científica do planeta, mas é também um drama real sobre a compreensão do universo.
Um novo documentário, "Particle Fever", consegue o quase impossível: torna compreensível – e empolgante – o funcionamento do acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider), até mesmo para os espectadores com a maior aversão à ciência. Mark Levinson, o realizador do filme, visitou o CERN, o centro de pesquisa na fronteira entre a França e a Suíça que abriga o LHC, pela primeira vez em 2007, e voltou diversas vezes até julho de 2012, quando a equipa de físicos de elite concluiu as suas duas décadas de buscas para encontrar o bosão de Higgs.
"Particle Fever" acompanha meia dúzia de personagens – entre os mais de 10 mil cientistas, de mais de 100 países – que trabalham na maior e mais cara experiência científica do planeta. O filme mostra-os teorizando, discutindo, jogando ténis de mesa.
Observer - Você disse que não acha que "Particle Fever" seja um documentário científico. O que é o filme, então?
Mark Levinson - Creio que seja sobre a busca do homem pela compreensão do universo. Eu queria fazer um filme atraente para pessoas que podem pensar que nem estão interessadas em ciência, mas que conseguem envolver-se nessa busca humana absolutamente maravilhosa. Pode ser difícil justificar o LHC em termos de despesa –mas, ainda que ele talvez não seja necessário para a nossa sobrevivência, é algo que está ligado ao que nos torna humanos e importantes.
Observer - Quando você começou a filmar, imaginava que os cientistas do CERN encontrariam a partícula de Higgs?
Não. Eu definitivamente acreditava que a partícula de Higgs, ou algo parecido, existia.
Mas que eles a encontrassem quando estávamos a filmar? Nunca imaginei. Quase todos os físicos haviam dito que encontrar o bosão de Higgs seria tão difícil que provavelmente seria necessário recolher dados durante anos. Na verdade, todos achavam que, se encontrassem alguma coisa, provavelmente seria uma nova partícula, mas não a de Higgs.
Observer - A Física parece envolver muito tempo de contemplação de números numa
tela de computador. Como tornar essa situação dramática?
Mark Levinson - Por sorte havia muito drama natural. Não tivemos de inventá-lo, só de reconhecê-lo e captá-lo à medida que se desenrolava.
Observer - Você está a referir-se a 2008, quando o LHC foi fechado por mais de um ano devido a um problema com os ímanes?
Mark Levinson - O acidente aconteceu cerca de 10 dias depois de ter começado a filmar. A minha reação imediata foi pensar que seria o fim do meu filme. Mas percebi que era provável que o acelerador viesse a ser reativado, e que o acontecido servisse para conferir dramatismo ao filme. Havia muita pressão por causa do acidente, e por isso a reativação do LHC foi ainda mais tensa, bem como o resultado, que nos deixou em suspenso sobre o que iria acontecer a seguir.
Observer - No cerne do filme está o estranho elo entre a física teórica e a física experimental. Você pode explicar-nos o que está em causa nessa distinção?
Mark Levinson - O estereótipo dominante é o do físico teórico solitário, trabalhando sozinho numa sala, como Einstein, e ocasionalmente caminhando até ao quadro negro. Eles são a elite, em certo sentido, muito matemáticos e abstratos. Mas precisam de pessoas que concebam experiências com base nas suas teorias e lhes forneçam dados que os apontem na direção correta. O conflito muitas vezes surge devido às escalas de tempo distintas entre os dois ramos. Um físico teórico pode acordar de manhã e de repente apagar uma equação, reescrevendo-a em seguida. Já o físico experimental, enquanto isso, passou 10 anos a construir uma máquina para provar aquela teoria.
Tim Lewis, Observer.
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2014/04/1441238-filme-particle-fever-traz-a-vida-o-boson-de-higgs.shtml
O Conhecimento Científico
Os Gregos, na antiguidade, buscavam através do uso da razão, a superação do mito ou do saber comum. O avanço na produção do conhecimento, conseguido por esses pensadores, foi estabelecer a ciência como pensamento sistematizado (filosofia, física, matemática...), o que perdurou até ao início da Idade Moderna. A partir daí, as relações dos homens tornaram-se mais complexas bem como toda a forma de garantir a sua sobrevivência.
Gradativamente, houve um avanço técnico e científico, como a utilização da pólvora, a invenção da imprensa, a Astronomia de Galileu, a Física de Newton, etc.
Foi no início do século XVII, quando o mundo europeu passava por profundas transformações, que o homem se tornou no centro da natureza (antropocentrismo). Acompanhando o movimento histórico, ele mudou toda a estrutura do pensamento e rompeu com as concepções de Aristóteles, ainda vigentes e defendidas pela Igreja, segundo as quais tudo era hierarquizado e imóvel, desde as instituições políticas até ao planeta Terra.
O homem passou, então, a ver a natureza como objeto da sua ação e do seu conhecimento, podendo interferir nela. Portanto, podia formular hipóteses e experimentá-las para verificar a sua veracidade, superando assim as explicações metafísicas e teológicas que até então predominavam. O mundo imóvel foi substituído por um universo aberto e infinito, ligado a uma unidade de leis. Era o nascimento da ciência enquanto um objecto específico de investigação, com um método próprio para o controlo da produção do conhecimento. Assim sendo, ciência e filosofia separam-se.
O conhecimento científico transformou-se numa prática constante, procurando afastar crenças supersticiosas e a ignorância, através de métodos rigorosos, para produzir um conhecimento sistemático, preciso (rigoroso) e objetivo que consiga prever os acontecimentos e agir de forma mais segura.
Sendo assim, o que diferencia o senso comum do conhecimento científico é o rigor. Enquanto o senso comum é acrítico, fragmentado, preso a preconceitos e a tradições conservadoras, a ciência preocupa-se com as pesquisas sistemáticas que produzam teorias que revelem a verdade sobre a realidade, uma vez que a ciência produz o conhecimento a partir da razão aliada à experiência.
Desta forma, o cientista, para realizar uma pesquisa e torná-la científica, deve seguir determinados passos. Em primeiro lugar, o pesquisador deve estar motivado a resolver uma determinada situação-problema. Normalmente a colocação de um problema é seguida pela formulação de algumas hipóteses.
Usando a sua criatividade, o pesquisador deve observar os factos, colher dados e, então, testar as suas hipóteses, que poderão transformar-se em teorias e, posteriormente, ser incorporadas nas leis que possam explicar e prever os fenómenos.
Porém, é fundamental registar que a ciência não é somente acumulação de verdades prontas e acabadas, mas devemos vê-la como um campo sempre aberto às novas concepções e contestações sem perder de vista os dados, o rigor e a coerência e aceitando que o que prova que uma teoria é científica é o facto de ela ser falível e aceitar ser refutada.
O termo ciência vem do latim, scientia, de sciens, conhecimento, sabedoria. É um corpo de doutrina, organizado metodicamente que constitui uma área do saber e é relativo a determinado objecto.
O que caracteriza cada ciência é o seu objecto formal, ou seja, aquilo que é estudado, porém, o desdobramento dos objetos do saber científico caminhou progressivamente para a especialização das ciências (que marcou bastante o século XIX com o advento da técnica e da industrialização).
http://www.geocities.com/joaojosefonseca/esquerdo.htm?200615(15/08/2006)
Quem é Higgs:
O que é o Bosão de Higgs:
Mais experiências sobre o Bosão:
https://www.publico.pt/2018/08/28/ciencia/noticia/bosao-de-higgs-visto-finalmente-a-desintegrarse-1842316
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/filosofia/seis-topicos-fundamentais-sobre-filosofia-ciencia.htm
FICHA (Download)
________________________________
Actividades:
(Trabalho de grupo - 1ª fase)
1. Levantamento de questões filosóficas sobre o documentário.(Num mínimo de 10).
2. Elaboração de um mapa mental exploratório do documentário (que deve articular as questões levantadas no ponto 1).
3. Elaboração de uma reflexão crítica sobre o documentário que assumirá a forma de uma apresentação à turma.
3.1. Na reflexão crítica o grupo deverá responder, também, às questões:
A. O que é que distingue o conhecimento científico e o conhecimento vulgar (senso comum)? Devem ser explorados dados constantes do documentário.
B. O que é que caracteriza a ciência?
C. O que é e como funciona o método experimental?
Duração da 1ª fase: 3 aulas.
Instrumentos de trabalho:
Como construir mapas conceptuais
O que são mapas mentais?
________________________________________
Avaliação:
1. 10%.
2. 30%
3. 60% (Destes: 3.1.A. 10%; 10.B. 10%; 3.1C. 20%).
Competências a avaliar:
Conceptualização - 15%;
Problematização - 30 %;
Argumentação - 40 %;
Comunicação - 15%.
FICHA (Download)
________________________________
Actividades:
(Trabalho de grupo - 1ª fase)
1. Levantamento de questões filosóficas sobre o documentário.(Num mínimo de 10).
2. Elaboração de um mapa mental exploratório do documentário (que deve articular as questões levantadas no ponto 1).
3. Elaboração de uma reflexão crítica sobre o documentário que assumirá a forma de uma apresentação à turma.
3.1. Na reflexão crítica o grupo deverá responder, também, às questões:
A. O que é que distingue o conhecimento científico e o conhecimento vulgar (senso comum)? Devem ser explorados dados constantes do documentário.
B. O que é que caracteriza a ciência?
C. O que é e como funciona o método experimental?
Duração da 1ª fase: 3 aulas.
Instrumentos de trabalho:
Como construir mapas conceptuais
O que são mapas mentais?
________________________________________
Avaliação:
1. 10%.
2. 30%
3. 60% (Destes: 3.1.A. 10%; 10.B. 10%; 3.1C. 20%).
Competências a avaliar:
Conceptualização - 15%;
Problematização - 30 %;
Argumentação - 40 %;
Comunicação - 15%.
Etiquetas:
Ciência,
Documentários,
Epistemologia,
Filosofia da Ciência,
Particle Fever
domingo, 8 de dezembro de 2019
Testes 2 - Matriz - 10º Ano - Recorrente - Módulo 1
Filosofia - 10º ano
O teste terá a duração de 90 minutos.
Estrutura do teste:
Grupo I - 20 questões de escolha múltipla.
Grupo II - 2 questões
Recursos - Apresentações exploradas nas aulas
Objectivos:
1. Definir etimologicamente o termo 'Filosofia';
2. Analisar situações que permitam comparar a atitude dos homens comuns com a atitude do filósofo;
3. Refletir sobre o exemplo de Sócrates;
4. Reconhecer a importância filosófica do espanto/da admiração (o reconhecimento da ignorância); (Apresentação sobre a especificidade da Filosofia).
5. Caracterizar a filosofia como uma busca da verdade;
6. Caracterizar o senso comum;
7. Distinguir a filosofia do senso comum; (Apresentação sobre a alegoria da caverna e o senso comum + Apresentação sobre a especificidade da Filosofia).
8. Caracterizar a filosofia a partir das suas principais características (radicalidade; autonomia; historicidade e universalidade);
9. Explicar a alegoria da caverna; (O texto da alegoria da caverna + vídeo). (Apresentação sobre a alegoria da caverna e o senso comum).
10. Explicar a atitude filosófica;
11. Problematizar a utilidade da Filosofia;
12. Formular o problema do livre-arbítrio, justificando a sua pertinência filosófica.
13. Enunciar as teses do determinismo radical, do compatibilismo (determinismo moderado) e e libertismo enquanto respostas ao problema do livre-arbítrio.
14. Avaliar as teorias sobre o livre-arbítrio (posicionando-se criticamente em relação a elas).
15. Distinguir atos voluntários e atos involuntários.
16. Reconhecer que os atos voluntários são sempre conscientes e que os atos involuntários podem ser conscientes ou inconscientes.
17. Compatibilizar a liberdade com a causalidade (aplicar o compatibilismo à compreensão da vida quotidiana).
18. Explicar a afirmação: 'Nem todos os atos do homem são atos humanos'.
19. Explicar a afirmação: 'Nós não somos livres para escolhermos deixa de ser livres'.
20. Identificar os pressupostos de teses (opiniões);
21. Posicionar-se criticamente perante teses (opiniões);
22. Interpretar textos filosóficos;
23. Construir argumentações sólidas.
Recursos digitais:
1. Abordagem introdutória à filosofia e ao filosofar.
O teste terá a duração de 90 minutos.
Estrutura do teste:
Grupo I - 20 questões de escolha múltipla.
Grupo II - 2 questões
Recursos - Apresentações exploradas nas aulas
Objectivos:
1. Definir etimologicamente o termo 'Filosofia';
2. Analisar situações que permitam comparar a atitude dos homens comuns com a atitude do filósofo;
3. Refletir sobre o exemplo de Sócrates;
4. Reconhecer a importância filosófica do espanto/da admiração (o reconhecimento da ignorância); (Apresentação sobre a especificidade da Filosofia).
5. Caracterizar a filosofia como uma busca da verdade;
6. Caracterizar o senso comum;
7. Distinguir a filosofia do senso comum; (Apresentação sobre a alegoria da caverna e o senso comum + Apresentação sobre a especificidade da Filosofia).
8. Caracterizar a filosofia a partir das suas principais características (radicalidade; autonomia; historicidade e universalidade);
9. Explicar a alegoria da caverna; (O texto da alegoria da caverna + vídeo). (Apresentação sobre a alegoria da caverna e o senso comum).
10. Explicar a atitude filosófica;
11. Problematizar a utilidade da Filosofia;
12. Formular o problema do livre-arbítrio, justificando a sua pertinência filosófica.
13. Enunciar as teses do determinismo radical, do compatibilismo (determinismo moderado) e e libertismo enquanto respostas ao problema do livre-arbítrio.
14. Avaliar as teorias sobre o livre-arbítrio (posicionando-se criticamente em relação a elas).
15. Distinguir atos voluntários e atos involuntários.
16. Reconhecer que os atos voluntários são sempre conscientes e que os atos involuntários podem ser conscientes ou inconscientes.
17. Compatibilizar a liberdade com a causalidade (aplicar o compatibilismo à compreensão da vida quotidiana).
18. Explicar a afirmação: 'Nem todos os atos do homem são atos humanos'.
19. Explicar a afirmação: 'Nós não somos livres para escolhermos deixa de ser livres'.
20. Identificar os pressupostos de teses (opiniões);
21. Posicionar-se criticamente perante teses (opiniões);
22. Interpretar textos filosóficos;
23. Construir argumentações sólidas.
Recursos digitais:
1. Abordagem introdutória à filosofia e ao filosofar.
A Utilidade da Filosofia
O problema do livre-arbítrio: questões e teorias
O Determinismo radical faz sentido?
O libertismo
Rede conceptual da Ação
Atos humanos / atos do homem (atos voluntários e atos involuntários)
I. A Ação Humana
1. Ação humana: análise e compreensão do agir.
O problema do livre-arbítrio: questões e teorias
O Determinismo radical faz sentido?
O libertismo
Rede conceptual da Ação
Atos humanos / atos do homem (atos voluntários e atos involuntários)
Etiquetas:
Matrizes 10º recorrente,
Matrizes de teste
quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
Matriz Teste 1 - 11C3
Conteúdos:
Sequência 1 -O que é o conhecimento? - Introdução.
Sequência 2 - O problema da justificação do conhecimento.
Manual: pp. 148-165.
Sequência 3 - O problema da relação mente-corpo (o monismo e o dualismo)
Cepticismo from Paulo Gomes
Introdução ao racionalismo de Descartes
Como Descartes ultrapassa o cepticismo.
Da dúvida ao Cogito
Descartes - Ficha formativa.
1. Analisar a noção de conhecimento.
2. Definir o conceito de conhecimento.
3. Analisar a noção de verdade.
4. Definir o conceito de verdade.
5. Descrever o processo de conhecimento como uma relação sujeito-objeto.
6. Distinguir conhecimento a priori de conhecimento a posteriori.
7. Formular o problema da justificação do conhecimento, fundamentando a sua pertinência filosófica.
8. Analisar a noção de crença.
9. Definir o conceito de crença.
10.Explicar a relação entre a verdade e a realidade.
11. Analisar a noção de justificação (do conhecimento).
12. Explicar a teoria do conhecimeno como crença verdadeira justificada.
13. Explicar o fundacionismo.
14. Analisar o problema da relação mente-corpo.
16. Avaliar as teorias monista e dualista.
17. Fundamentar uma posição filosófica consistente em relação ao problema e às teorias.
18. Explorar o problema da possibilidade do conhecimento: o cepticismo, o dogmatismo e o criticismo.
19. Explorar o problema da natureza do conhecimento: o racionalismo e o empirismo.
20. Avaliar o cepticismo como teoria gnoseológica (tendo em conta os principais argumentos cépticos).
22. Explicar o itinerário da dúvida ao Cogito como uma refutação do cepticismo.
23. Explicar porque é que a dúvida cartesiana é metódica.
23. Explicitar a dúvida hiperbólica.
23. Explicar o Cogito como crença fundacional.
24. Avaliar a clareza e a distinção como critério de verdade.
25. Explicar como Descartes procurou sair do solipsismo: a ideia de Deus.
26. Definir os diversos tipos de ideia de acordo com Descartes: Inatas; adventícias e factícias.
27. Formular questões filosóficas.
28. Criar um texto argumentativo.
Introdução ao racionalismo de Descartes
Como Descartes ultrapassa o cepticismo.
Da dúvida ao Cogito
Descartes - Ficha formativa.
1. Analisar a noção de conhecimento.
2. Definir o conceito de conhecimento.
3. Analisar a noção de verdade.
4. Definir o conceito de verdade.
5. Descrever o processo de conhecimento como uma relação sujeito-objeto.
6. Distinguir conhecimento a priori de conhecimento a posteriori.
7. Formular o problema da justificação do conhecimento, fundamentando a sua pertinência filosófica.
8. Analisar a noção de crença.
9. Definir o conceito de crença.
10.Explicar a relação entre a verdade e a realidade.
11. Analisar a noção de justificação (do conhecimento).
12. Explicar a teoria do conhecimeno como crença verdadeira justificada.
13. Explicar o fundacionismo.
14. Analisar o problema da relação mente-corpo.
16. Avaliar as teorias monista e dualista.
17. Fundamentar uma posição filosófica consistente em relação ao problema e às teorias.
18. Explorar o problema da possibilidade do conhecimento: o cepticismo, o dogmatismo e o criticismo.
19. Explorar o problema da natureza do conhecimento: o racionalismo e o empirismo.
20. Avaliar o cepticismo como teoria gnoseológica (tendo em conta os principais argumentos cépticos).
22. Explicar o itinerário da dúvida ao Cogito como uma refutação do cepticismo.
23. Explicar porque é que a dúvida cartesiana é metódica.
23. Explicitar a dúvida hiperbólica.
23. Explicar o Cogito como crença fundacional.
24. Avaliar a clareza e a distinção como critério de verdade.
25. Explicar como Descartes procurou sair do solipsismo: a ideia de Deus.
26. Definir os diversos tipos de ideia de acordo com Descartes: Inatas; adventícias e factícias.
27. Formular questões filosóficas.
28. Criar um texto argumentativo.
domingo, 1 de dezembro de 2019
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Como se faz uma reflexão crítica?
(Modelo A)
Uma reflexão crítica é um
texto em que se faz a análise de um documento, experiência ou
situação, com o objetivo de retirar daí um conjunto de
ensinamentos que possam enriquecer os conhecimentos do autor da
reflexão e dos seus leitores.
Não se trata de procurar os
pontos negativos do que se pretende analisar, mas encontrar aí
ideias (problemas, conceitos teses, argumentos, factos) que possam
ser explorados de forma autónoma e coerente).
O autor da reflexão deve dar
a sua opinião sobre os elementos sujeitos a análise, com vista a
mostrar qual o seu ponto de vista sobre esses elementos, procurando
questionar-se sobre os temas mais importantes para conseguir
explicitar o seu pensamento sobre o objeto da sua reflexão crítica.
Assim, a reflexão crítica
pode ter a seguinte estrutura:
1. Introdução:
breve apresentação daquilo que é objeto da reflexão crítica
(filme, livro, acontecimento, etc.). Deve ficar explícito o tema
central (e/ou problema central) do objeto de reflexão. E deve ser
feita uma descrição breve do mesmo.
2. Análise
dos conceitos que estão presentes no objeto da reflexão.
Esses conceitos devem ser definidos, se possível com recurso a
dicionários.
3. Problematização:
devem levantar-se questões sobre os conceitos e a forma como eles
são apresentados.
4. Argumentação:
deve responder-se às questões tendo em conta os dados recolhidos
pela análise do objeto da reflexão, bem como a opinião do autor da
reflexão, fundamentada com argumentos coerentes.
5. Conclusão: síntese final
do pensamento desenvolvido nos pontos 3 e 4.
____________________
(Modelo B)
Como Elaborar uma Reflexão –
caminho alternativo (autobiográfico):
Ao elaborar uma reflexão,
terá que começar por falar de uma forma resumida sobre o tema geral
da reflexão (presente no objeto da análise).
De seguida deverá dizer o que
aprendeu com a análise do objeto de reflexão.
O passo seguinte será de
explicar como esses novos conhecimentos e aprendizagens o
influenciaram e permitem modificar a sua vida, dando exemplos do
quotidiano. (Qual a sua utilidade?).
Deve seguir uma sequência
lógica, apresentando as ideias de forma clara e articulando-as
criando argumentos coerentes. Pode optar-se por fazer questões cuja
resposta ajudará a sistematizar a argumentação:
• Como é que este facto /
acontecimento/ documento poderá alterar (ou alterou) a minha vida?
• O que aprendi com esta
experiência?
• O que deixarei de fazer
(ou deixei) de fazer por ter tido esta experiência?
• Que importância poderá
ter este facto / aprendizagem na minha formação a nível pessoal e
profissional?
• Que relação poderá ter
esta experiência / descoberta com o que amanhã poderei ser enquanto
profissional /pessoa?
Etiquetas:
Caixa de Ferramentas,
Reflexão crítica
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
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