Páginas
- Página inicial
- 11º Ano - Recursos
- Dicionário de Filosofia
- Exame Nacional - Recursos
- 10º Ano - Recursos
- Meditação Mindfulness
- Ficha Formativa 1
- Teste 1 - Matriz
- Filosofia 10º - Recorrente
- Filosofia 11 - Recorrente
- Caixa de Ferramentas
- Competências a desenvolver
- Como se lê um texto filosófico?
- Como se estrutura um ensaio em Filosofia?
- Matriz teste 1 - módulo 5
- Matriz teste 1 - módulo 2
- 11A1 e 11C3 - Trabalhos sobre o conhecimento
- Dicionário de Símbolos
- O Cantinho da Catarina
Mostrar mensagens com a etiqueta Testes 10º Ano. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Testes 10º Ano. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 27 de março de 2019
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Matriz teste 2
Nota: neste teste é obrigatório o uso de folha de teste.
Seja original e crítico nas suas respostas.
O teste terá a duração de 90 minutos.
Critérios gerais de correção de testes sumativos
Teste modelo
Conteúdos:
1. Abordagem introdutória à filosofia e ao filosofar.
1.1.1. O que é a filosofia?
1.1.2. A definição etimológica do termo 'Filosofia'.
1.1.3. O texto "Em frente da lei" - análise da atitude do camponês em contraste com a atitude filosófica.
1.1.4. A alegoria da caverna.
1.1.5. O espanto como a origem da filosofia: a importância filosófica do reconhecimento da ignorância.
1.1.6. O exemplo de Sócrates.
1.1.6.1. O método socrático.
1.1.7. A especificidade da filosofia.
1.1.7.1. A filosofia como uma atividade crítica.
1.1.7.2. A filosofia como um saber problematizante.
1.2. Quais são as questões da filosofia?
1.2.1. Os diversos tipos de questão.
1.2.1.1. As características das questões filosóficas: a) respostas abertas ao questionamento (as questões filosóficas nunca têm uma resposta unívoca; b) universalidade; c) abstração.
1.2.1. Senso comum, ciência e filosofia.
1.2.1.1. As principais características do senso comum.
1.2.1.2. A filosofia e a ciência enquanto saberes racionais.
1.2.1.2.1. A filosofia e a ciência como saberes que buscam a verdade.
1.2.1.2.1. A filosofia como uma visão integradora do saber (totalizante), distinta da visão parcelar (especializada) da ciência.
1.2.1.3. As principais características da filosofia: radicalidade, autonomia, historicidade e universalidade.
1.3 - A dimensão discursiva do trabalho filosófico.
1.3.1. Instrumentos lógicos do pensamento.
1.3.1.1. Conceptualizar: o significado da conceptualização e a natureza formal dos conceitos (a definição de conceito como "a representação abstrata da essência (natureza) de uma classe de objetos").
1.3.1.1.1. A extensão e a compreensão dos conceitos.
1.3.1.1.2. A definição dos conceitos: as regras da definição.
1.3.2. A Razão a a racionalidade.
1.3.2.1. Os Princípios Lógicos da Razão: Identidade; Não-contradição e Terceiro Excluído.
1.3.2.1.1. O Princípio da Razão Suficiente.
1.3.3. A proposição.
1.3.3.1. Os diversos tipos de proposição (A,I,E,O).
1.3.3.1.1. A forma normal.
1.3.4. Os argumentos.
1.3.4.1. As premissas e a conclusão.
1.3.4.2. Os diversos tipos de argumento.
1.3.4.2.1. Os argumentos dedutivos e a validade dedutiva.
1.3.4.2.2. Os argumentos não dedutivos (indutivos, por analogia e de autoridade) e os critérios a que têm que obedecer os argumentos para poderem ser considerados bons.
1.3.4.2.3. Análise crítica de argumentos.
2.1. A ação humana - Análise de compreensão do agir.
2.1.1. Distinção entre ação e acontecimento;
2.1.2. A rede conceptual da ação;
2.1.2.1. A distinção entre fazer e agir. A distinção entre atos voluntários e atos involuntários;
2.1.2.1.1. A distinção entre atos voluntários e atos involuntários;
2.1.2.1.1. Os elementos constitutivos da ação: agente, motivo, intenção e consequências da ação;
2.1.2.1.2. O comportamento humano e o comportamento animal;
2.1.2.1.2.1. A imprevisibilidade do comportamento humano: a liberdade da vontade;
2.1.2.1.2.2. O processo decisório.
Conceitos:
Acontecimento
Ação
Agente
Autonomia Atitude Filosófica Alegoria
Argumento Argumentos dedutivos Argumentos indutivos Argumentos por analogia
Argumentos de autoridade
Ato reflexo
Causa
Conceito Conclusão
Cópula
Consciência
Consequências (da ação)
Comportamento (comportamento animal/ comportamento humano)
Compreensão (dos conceitos)
Contrárias
Contraditórias
Crítica
Deliberação Decisão
Determinismo
Dúvida
Especificidade (especificidade da Filosofia)
Estímulo
Extensão (dos conceitos)
Fazer
Filosofia
Historicidade Heteronomia
Instinto
Intenção
Involuntário (ato involuntário)
Liberdade
Método
Motivo
Oposição
Particular
Pensar (pensar por si próprio)
Predicado
Premissa
Princípios lógicos da Razão Princípio da Identidade Princípio da Não-contradição Princípio do Terceiro Excluído
Proposição Tipos de Proposição Elementos das proposições
Problema Pressuposto(s)
Radicalidade
Razão
Reação
Reflexão
Resposta
Subalternas
Subcontrárias
Sujeito (de uma proposição)
Senso Comum
Universal
Universalidade
Utilidade da Filosofia
Voluntário (ato voluntário)
Tese
Quadrado lógico
Questão (os diversos tipos de questão) (as questões filosóficas)
Quantificador
Validade
Verdade
Vontade
Objectivos:
1. Definir etimologicamente o termo 'Filosofia';
2. Caracterizar a filosofia como uma busca da verdade;
3. Caracterizar o senso comum;
4. Distinguir a filosofia do senso comum;
5. Caracterizar a filosofia a partir das suas principais características (radicalidade; autonomia; historicidade e universalidade);
6. Distinguir a Filosofia e a Ciência;
7. Confrontar a filosofia com a ciência tendo em conta o objecto de cada um destes saberes ("A filosofia visa a totalidade do real");
8. Explicar a alegoria da caverna;
9. Definir o conceito de problema;
10. Identificar os diversos tipos de questão utilizados na Filosofia;
11. Distinguir as questões filosóficas dos outros tipos de questão;
12. Explicar a atitude filosófica;
13. Reconhecer que a filosofia é um saber pessoal e a ciência, um saber objetivo (impessoal);
14. Problematizar a utilidade da Filosofia;
15. Identificar problemas filosóficos:
16. Definir conceitos tendo em conta as regras da definição;
17. Reduzir proposições à forma normal;
18. Identificar os diversos tipos de proposição (A, I, E, O);
19. Compreender o quadrado lógico da oposição;
20. Inferir o valor de verdade de proposições a partir da sua relação de oposição;
21. Relacionar proposições tendo em conta o tipo de oposição (proposições contraditórias, contrárias ou subcontrárias e subarternas);
22. Definir a Razão;
23. Explicar a importância da racionalidade;
24. Definir a Lógica e identificar as suas principais funções;
25. Explicitar os princípios lógicos da razão (identidade, não contradição, terceiro excluído);
26. Compreender o princípio da razão suficiente;
27. O definir conceitos tendo em conta as regras da definição;
28. Definir o conceito de argumento;
29. Compreender o conceito de verdade (das proposições) - A verdade como a adequação do pensamento à realidade;
30. Compreender o conceito de validade (dos argumentos);
31. Identificar premissas e conclusão dos argumentos;
32. Identificar os diversos tipos de argumento (argumentos dedutivos, indutivos, por analogia e de autoridade);
33. Reconhecer que os nos argumentos dedutivos válidos, se as premissas são verdadeiras, a conclusão não pode ser falsa;
34. Explicar porque é que nos argumentos indutivos a verdade das premissas não é suficiente para fundamentar a verdade da conclusão (a conclusão de um argumento indutivo é sempre plausível, ou seja, pode vir a ser posta em causa);
35. Definição do conceito de contraexemplo (para refutar uma tese universal, basta apresentar um exemplo que a contradiz);
36. Aplicar critérios de análise de argumentos na análise crítica de argumentos (ver a "grelha para análise de um argumento");
37. Problematizar e identificar problemas filosóficos;
38. 15. Identificar os diversos elementos constitutivos da ação (os conceitos da ‘rede conceptual da ação’);
39. Relacionar os conceitos de acontecimento e ação;
39. Definir e relacionar os conceitos de agente, motivo, intenção e consequências (da ação);
40. Distinguir atos voluntários e involuntários;
41. Reconhecer que os atos involuntários podem ser conscientes ou inconscientes;
42. Definir a ação como ato voluntário;
43. Reconhecer que os atos voluntários são sempre conscientes;
44. Explicar a deliberação enquanto processo decisório;
45. Explicar porque é que o comportamento humano não é (totalmente) previsível;
46. Reconhecer a existência da liberdade como fator decisivo na produção da ação humana;
47. Identificar os pressupostos de teses (opiniões);
48. Posicionar-se criticamente perante teses (opiniões);
49. Posicionar-se criticamente perante argumentos;
50. Interpretar textos filosóficos, identificando problema, tese e argumentos;
51. Construir argumentações sólidas.
Recursos:
Recursos digitais
Estrutura do teste:
Grupo I - 10 a 20 questões de escolha múltipla.
Grupo II - 3 subgrupos:
II.1. Redução de proposições à forma normal e identificação do tipo de proposição.
II.2. Exercícios de oposição entre proposições (com a apresentação de opostas e/ou relação entre valores de verdade).
II. 3. Análise argumentos (identificação de premissa e conclusão, identificação do tipo de argumento e análise crítica de argumentos).
Grupo III - 2 subgrupos:
III.1. Análise de um texto tendo em conta:
a) o tema/problema;
b) a tese;
c) os argumentos (com a possível identificação do tipo de argumento);
d) posição crítica perante os argumentos.
III.2. Análise de um texto sobre a temática da ação (com 1 ou 2 questões de resposta restrita).
Grupo IV - 1 questão de desenvolvimento (que pressupõe a colocação de uma questão, a formulação de uma tese e a elaboração de argumentos que sustentem a tese).
Seja original e crítico nas suas respostas.
O teste terá a duração de 90 minutos.
Critérios gerais de correção de testes sumativos
Teste modelo
Esclarecimento de dúvidas por email - clicar aqui.
(até 24 horas antes do teste - deve indicar o nome, nº. e turma)
(até 24 horas antes do teste - deve indicar o nome, nº. e turma)
Conteúdos:
1. Abordagem introdutória à filosofia e ao filosofar.
1.1.1. O que é a filosofia?
1.1.2. A definição etimológica do termo 'Filosofia'.
1.1.3. O texto "Em frente da lei" - análise da atitude do camponês em contraste com a atitude filosófica.
1.1.4. A alegoria da caverna.
1.1.5. O espanto como a origem da filosofia: a importância filosófica do reconhecimento da ignorância.
1.1.6. O exemplo de Sócrates.
1.1.6.1. O método socrático.
1.1.7. A especificidade da filosofia.
1.1.7.1. A filosofia como uma atividade crítica.
1.1.7.2. A filosofia como um saber problematizante.
1.2. Quais são as questões da filosofia?
1.2.1. Os diversos tipos de questão.
1.2.1.1. As características das questões filosóficas: a) respostas abertas ao questionamento (as questões filosóficas nunca têm uma resposta unívoca; b) universalidade; c) abstração.
1.2.1. Senso comum, ciência e filosofia.
1.2.1.1. As principais características do senso comum.
1.2.1.2. A filosofia e a ciência enquanto saberes racionais.
1.2.1.2.1. A filosofia e a ciência como saberes que buscam a verdade.
1.2.1.2.1. A filosofia como uma visão integradora do saber (totalizante), distinta da visão parcelar (especializada) da ciência.
1.2.1.3. As principais características da filosofia: radicalidade, autonomia, historicidade e universalidade.
1.3 - A dimensão discursiva do trabalho filosófico.
1.3.1. Instrumentos lógicos do pensamento.
1.3.1.1. Conceptualizar: o significado da conceptualização e a natureza formal dos conceitos (a definição de conceito como "a representação abstrata da essência (natureza) de uma classe de objetos").
1.3.1.1.1. A extensão e a compreensão dos conceitos.
1.3.1.1.2. A definição dos conceitos: as regras da definição.
1.3.2. A Razão a a racionalidade.
1.3.2.1. Os Princípios Lógicos da Razão: Identidade; Não-contradição e Terceiro Excluído.
1.3.2.1.1. O Princípio da Razão Suficiente.
1.3.3. A proposição.
1.3.3.1. Os diversos tipos de proposição (A,I,E,O).
1.3.3.1.1. A forma normal.
1.3.4. Os argumentos.
1.3.4.1. As premissas e a conclusão.
1.3.4.2. Os diversos tipos de argumento.
1.3.4.2.1. Os argumentos dedutivos e a validade dedutiva.
1.3.4.2.2. Os argumentos não dedutivos (indutivos, por analogia e de autoridade) e os critérios a que têm que obedecer os argumentos para poderem ser considerados bons.
1.3.4.2.3. Análise crítica de argumentos.
2.1. A ação humana - Análise de compreensão do agir.
2.1.1. Distinção entre ação e acontecimento;
2.1.2. A rede conceptual da ação;
2.1.2.1. A distinção entre fazer e agir. A distinção entre atos voluntários e atos involuntários;
2.1.2.1.1. A distinção entre atos voluntários e atos involuntários;
2.1.2.1.1. Os elementos constitutivos da ação: agente, motivo, intenção e consequências da ação;
2.1.2.1.2. O comportamento humano e o comportamento animal;
2.1.2.1.2.1. A imprevisibilidade do comportamento humano: a liberdade da vontade;
2.1.2.1.2.2. O processo decisório.
Conceitos:
Acontecimento
Ação
Agente
Autonomia Atitude Filosófica Alegoria
Argumento Argumentos dedutivos Argumentos indutivos Argumentos por analogia
Argumentos de autoridade
Ato reflexo
Causa
Conceito Conclusão
Cópula
Consciência
Consequências (da ação)
Comportamento (comportamento animal/ comportamento humano)
Compreensão (dos conceitos)
Contrárias
Contraditórias
Crítica
Deliberação Decisão
Determinismo
Dúvida
Especificidade (especificidade da Filosofia)
Estímulo
Extensão (dos conceitos)
Fazer
Filosofia
Historicidade Heteronomia
Instinto
Intenção
Involuntário (ato involuntário)
Liberdade
Método
Motivo
Oposição
Particular
Pensar (pensar por si próprio)
Predicado
Premissa
Princípios lógicos da Razão Princípio da Identidade Princípio da Não-contradição Princípio do Terceiro Excluído
Proposição Tipos de Proposição Elementos das proposições
Problema Pressuposto(s)
Radicalidade
Razão
Reação
Reflexão
Resposta
Subalternas
Subcontrárias
Sujeito (de uma proposição)
Senso Comum
Universal
Universalidade
Utilidade da Filosofia
Voluntário (ato voluntário)
Tese
Quadrado lógico
Questão (os diversos tipos de questão) (as questões filosóficas)
Quantificador
Validade
Verdade
Vontade
Objectivos:
1. Definir etimologicamente o termo 'Filosofia';
2. Caracterizar a filosofia como uma busca da verdade;
3. Caracterizar o senso comum;
4. Distinguir a filosofia do senso comum;
5. Caracterizar a filosofia a partir das suas principais características (radicalidade; autonomia; historicidade e universalidade);
6. Distinguir a Filosofia e a Ciência;
7. Confrontar a filosofia com a ciência tendo em conta o objecto de cada um destes saberes ("A filosofia visa a totalidade do real");
8. Explicar a alegoria da caverna;
9. Definir o conceito de problema;
10. Identificar os diversos tipos de questão utilizados na Filosofia;
11. Distinguir as questões filosóficas dos outros tipos de questão;
12. Explicar a atitude filosófica;
13. Reconhecer que a filosofia é um saber pessoal e a ciência, um saber objetivo (impessoal);
14. Problematizar a utilidade da Filosofia;
15. Identificar problemas filosóficos:
16. Definir conceitos tendo em conta as regras da definição;
17. Reduzir proposições à forma normal;
18. Identificar os diversos tipos de proposição (A, I, E, O);
19. Compreender o quadrado lógico da oposição;
20. Inferir o valor de verdade de proposições a partir da sua relação de oposição;
21. Relacionar proposições tendo em conta o tipo de oposição (proposições contraditórias, contrárias ou subcontrárias e subarternas);
22. Definir a Razão;
23. Explicar a importância da racionalidade;
24. Definir a Lógica e identificar as suas principais funções;
25. Explicitar os princípios lógicos da razão (identidade, não contradição, terceiro excluído);
26. Compreender o princípio da razão suficiente;
27. O definir conceitos tendo em conta as regras da definição;
28. Definir o conceito de argumento;
29. Compreender o conceito de verdade (das proposições) - A verdade como a adequação do pensamento à realidade;
30. Compreender o conceito de validade (dos argumentos);
31. Identificar premissas e conclusão dos argumentos;
32. Identificar os diversos tipos de argumento (argumentos dedutivos, indutivos, por analogia e de autoridade);
33. Reconhecer que os nos argumentos dedutivos válidos, se as premissas são verdadeiras, a conclusão não pode ser falsa;
34. Explicar porque é que nos argumentos indutivos a verdade das premissas não é suficiente para fundamentar a verdade da conclusão (a conclusão de um argumento indutivo é sempre plausível, ou seja, pode vir a ser posta em causa);
35. Definição do conceito de contraexemplo (para refutar uma tese universal, basta apresentar um exemplo que a contradiz);
36. Aplicar critérios de análise de argumentos na análise crítica de argumentos (ver a "grelha para análise de um argumento");
37. Problematizar e identificar problemas filosóficos;
38. 15. Identificar os diversos elementos constitutivos da ação (os conceitos da ‘rede conceptual da ação’);
39. Relacionar os conceitos de acontecimento e ação;
39. Definir e relacionar os conceitos de agente, motivo, intenção e consequências (da ação);
40. Distinguir atos voluntários e involuntários;
41. Reconhecer que os atos involuntários podem ser conscientes ou inconscientes;
42. Definir a ação como ato voluntário;
43. Reconhecer que os atos voluntários são sempre conscientes;
44. Explicar a deliberação enquanto processo decisório;
45. Explicar porque é que o comportamento humano não é (totalmente) previsível;
46. Reconhecer a existência da liberdade como fator decisivo na produção da ação humana;
47. Identificar os pressupostos de teses (opiniões);
48. Posicionar-se criticamente perante teses (opiniões);
49. Posicionar-se criticamente perante argumentos;
50. Interpretar textos filosóficos, identificando problema, tese e argumentos;
51. Construir argumentações sólidas.
Recursos:
Recursos digitais
Estrutura do teste:
Grupo I - 10 a 20 questões de escolha múltipla.
Grupo II - 3 subgrupos:
II.1. Redução de proposições à forma normal e identificação do tipo de proposição.
II.2. Exercícios de oposição entre proposições (com a apresentação de opostas e/ou relação entre valores de verdade).
II. 3. Análise argumentos (identificação de premissa e conclusão, identificação do tipo de argumento e análise crítica de argumentos).
Grupo III - 2 subgrupos:
III.1. Análise de um texto tendo em conta:
a) o tema/problema;
b) a tese;
c) os argumentos (com a possível identificação do tipo de argumento);
d) posição crítica perante os argumentos.
III.2. Análise de um texto sobre a temática da ação (com 1 ou 2 questões de resposta restrita).
Grupo IV - 1 questão de desenvolvimento (que pressupõe a colocação de uma questão, a formulação de uma tese e a elaboração de argumentos que sustentem a tese).
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Teste 1 2016/2017
sábado, 23 de maio de 2015
Matriz teste 6
Nota: neste teste é obrigatório o uso de folha de teste.
Seja original e crítico nas suas respostas.
Deve desenvolver as suas respostas!
Esclarecimento de dúvidas por email
(até 24 horas antes do teste - deve indicar o nome, nº. e turma)
Objectivos / Conteúdos:
1. Explicitar as principais objeções de Rawls ao utilitarismo;
2. Definir o conceito de justiça;
3. Explorar o problema da justiça;
4. Explorar o problema da justificação do Estado;
29. Construir argumentações sólidas.
____________
Seja original e crítico nas suas respostas.
Deve desenvolver as suas respostas!
Este teste terá a seguinte estrutura:
Grupo I
Neste grupo os alunos poderão escolher um dos seguintes cenários:
Cenário 1: 10 questões de escolha múltipla.
Cenário 2: 1 questão de desenvolvimento sobre a arte e a estética.
Grupo II
1 questão de desenvolvimento sobre a teoria da justiça de Rawls.
(Poderá haver 2 questões, uma de resposta curta e outra de desenvolvimento).
Grupo III
2 questões de desenvolvimento que envolverão o comentário de obras de arte:
Numa das questões será pedida a análise de uma obra de arte a partir das teorias essencialistas.
A última questão consistirá na interpretação de uma obra de arte.
Esclarecimento de dúvidas por email
(até 24 horas antes do teste - deve indicar o nome, nº. e turma)
Objectivos / Conteúdos:
1. Explicitar as principais objeções de Rawls ao utilitarismo;
2. Definir o conceito de justiça;
3. Explorar o problema da justiça;
4. Explorar o problema da justificação do Estado;
6. Explicar a teoria da justiça como equidade (J. Rawls);
7. Explicitar os princípio da teoria da justiça de Rawls: princípio da liberdade igual; princípio da diferença; princípio da oportunidade justa;
8. Explicar a relação entre os princípios: o carácter prioritário do princípio da liberdade igual;
9. Relacionar a teoria de Rawls com as éticas deontológicas e as éticas teleológicas (confrontar Rawls com Kant e Stuart Mill);
10. Interpretar o filme 'Equilibrium'.
11. Compreender a importância das sensações;
12. Compreender a importância das emoções;
13. Relacionar os conceitos de emoção, sentimento e afeto;
14. Reconhecer que a dimensão emocional é muito importante na experiência estética;
15. Definir a experiência estética;
16. Definir o juízo estético;
17. Explicar o subjetivismo estético;
18. Explicar o objetivismo estético;
19. Analisar a arte tendo em conta a articulação entre o artista, a obra de arte e o espectador;
20. Definir a estética tendo em conta os principais momentos da sua história: teoria do belo, teoria do gosto e filosofia da arte;
21. Definir o prazer estético;
22. Caracterizar o gosto estético;
23. Problematizar a arte, tendo em conta a sua relação com a nossa vida;
24. Compreender as teorias estéticas essencialistas: a arte como imitação, a arte como expressão e a arte como forma significante;
25. Interpretar obras de arte;
26. Relacionar a filosofia (a atitude filosófica) com a arte;
27. Colocar problemas de forma pertinente;
28. Identificar problemas, teses e argumentos;7. Explicitar os princípio da teoria da justiça de Rawls: princípio da liberdade igual; princípio da diferença; princípio da oportunidade justa;
8. Explicar a relação entre os princípios: o carácter prioritário do princípio da liberdade igual;
9. Relacionar a teoria de Rawls com as éticas deontológicas e as éticas teleológicas (confrontar Rawls com Kant e Stuart Mill);
10. Interpretar o filme 'Equilibrium'.
11. Compreender a importância das sensações;
12. Compreender a importância das emoções;
13. Relacionar os conceitos de emoção, sentimento e afeto;
14. Reconhecer que a dimensão emocional é muito importante na experiência estética;
15. Definir a experiência estética;
16. Definir o juízo estético;
17. Explicar o subjetivismo estético;
18. Explicar o objetivismo estético;
19. Analisar a arte tendo em conta a articulação entre o artista, a obra de arte e o espectador;
20. Definir a estética tendo em conta os principais momentos da sua história: teoria do belo, teoria do gosto e filosofia da arte;
21. Definir o prazer estético;
22. Caracterizar o gosto estético;
23. Problematizar a arte, tendo em conta a sua relação com a nossa vida;
24. Compreender as teorias estéticas essencialistas: a arte como imitação, a arte como expressão e a arte como forma significante;
25. Interpretar obras de arte;
26. Relacionar a filosofia (a atitude filosófica) com a arte;
27. Colocar problemas de forma pertinente;
29. Construir argumentações sólidas.
____________
Etiquetas:
Matrizes de teste,
Testes,
Testes 10º Ano
domingo, 26 de abril de 2015
Teste Modelo - O utilitarismo/ Confronto Kant - Stuart Mill/ A Política e o Direito/ A teoria da Justiça de Rawls
Grupo I
(A) essa organização social é eticamente aceitável, porque maximiza a felicidade do maior número de pessoas;
(B) essa organização social não é eticamente aceitável, porque não maximiza a felicidade do maior número de pessoas;
(C) essa organização social é eticamente aceitável, porque dessa forma todas as pessoas cumprirão o seu dever;
(D) essa organização social não é eticamente aceitável, porque o princípio que está na sua base não é universalizável.
Texto 2
Ficha E03
5. As normas jurídicas distinguem-se das normas morais, porque:
6. As éticas deontológicas:
(A) consideram que o valor moral das ações advém do carácter do agente;
(B) consideram que o valor moral das ações advém da intenção;
(C) consideram que o valor moral das ações advém das suas consequências;
(D) consideram que o valor moral das ações advém das circunstâncias.
7. De acordo com Stuart Mill o critério da moralidade é:
(A) o princípio da maior felicidade;
(B) o imperativo da maior imparcialidade;
(C) o imperativo categórico;
(D) o imperativo categórico da maior felicidade.
8. Stuart Mill defende que a ação moral é determinada:
(A) pela intenção racional de cumprir o dever moral;
(B) pelas consequências das ações quando destas puder resultar a felicidade do maior número;
(C) pela bondade da vontade de quem quer a felicidade da maioria;
(D) pelo carácter moral do agente.
9. Para Kant, o imperativo 'Age de maneira a que a máxima da tua ação se possa tornar numa lei universal', significa:
(A) a defesa do relativismo moral;
(B) que a lei moral é subbjetiva;
(C) que ao obedecer a este imperativo os seres racionais têm a certeza de que as suas ações terão boas consequências;
(D) que devemos agir sem olhar às consequências.
10. Uma das críticas apontadas à teoria de Stuar Mill é a de que:
(A) é uma ética que privilegia o dever moral;
(B) é uma ética desumana, demasiado formal e incapaz de dar conta dos dilemas morais;
(C) é uma ética que se centra exclusivamente na felicidade;
(D) é uma ética que depende demasiado das normas morais vigentes nas sociedades.
11. Na teoria de John Rawls, o conceito de «véu de ignorância»:
(A) permite conceber o estado natural do homem antes da sociedade;
(B) significa que os cidadãos estão cobertos de preconceitos;
(C) significa a posição original na história humana;
(D) permite conceber cidadãos capazes de julgar imparcialmente.
12. Segundo John Rawls, a conceção de justiça fundamenta-se na:
(A) partilha da mesma noção de bem comum por todos os cidadãos;
(B) distribuição igualitária de bens por todos os cidadãos.
(C) partilha dos mesmos princípios de justiça por todos os cidadãos.
(D) distribuição utilitarista do mérito por todos os cidadãos.
13. Em John Rawls, é condição necessária da aplicação do princípio da diferença a:
(A) igualdade equitativa de oportunidades;
(B) anulação do princípio da liberdade;
(C) igualdade de mérito e de talento;
(D) conservação dos direitos adquiridos.
Texto 3
14. Segundo Stuart Mill, o princípio da maior felicidade:
(A) aplica-se sem se olhar às consequências das ações;
16. Diferentemente de Kant, Stuart Mill defende que a ação ética visa:
(A) a obtenção do prazer pessoal e a promoção dos interesses individuais;
(B) o prazer em realizar a ação independentemente dos seus resultados;
(C) a promoção da maior felicidade comum;
(D) o desejo do agente de ser feliz.
18. De acordo com a teoria da justiça de John Rawls,
(A) o direito a dispormos do que ganhamos ou adquirimos é absoluto;
(B) toda e qualquer desigualdade entre os indivíduos deve ser suprimida;
(C) uma igual liberdade é suficiente para assegurar a justiça social;
(D) as desigualdades económicas são aceitáveis sob certas condições.
GRUPO II
Texto 3
1. Stuart Mill afirma que «a utilidade é a fonte última das obrigações morais».
Esclareça o conceito de «utilidade», integrando-o na ética de Stuart Mill.
2. Atente na primeira afirmação do texto de Stuart Mill: «Não existe sistema moral algum no qual não ocorram casos inequívocos de obrigações em conflito.»
Confronte as perspetivas de Kant e de Stuart Mill acerca da forma de resolver conflitos de obrigações.
Na sua resposta, recorra a um exemplo de conflito de obrigações.
Texto 4
1. A teoria da Justiça de Rawls é uma versão melhorada do utilitarismo. Esta afirmação é:
(A) verdadeira, porque ao aplicar os princípios da justiça como equidade, estamos a pensar nas consequências das nossas ações;
(B) falsa, porque os princípios da justiça não podem ser relativizados ou ignorados em nome das consequências das nossas ações;
(C) verdadeira, porque o véu da ignorância permite beneficiar sempre o maior número de pessoas;
(D) falsa, porque o véu da ignorância impõe que tomemos decisões sem pensarmos nas consequências.
Texto 1
Imaginemos um mundo constituído apenas por 10 pessoas. Dados os recursos existentes, para que 6 pessoas pudessem ter uma vida dedicada exclusivamente ao estudo das ciências e das artes as outras 4 teriam que trabalhar para garantir a subsistência de todo o grupo. Se todos aceitassem viver nesse tipo de mundo, os lugares a ocupar na sociedade seriam distribuídos por sorteio. Contudo, alguns dos indivíduos estavam relutantes em aceitar essa solução e perguntavam-se se essa organização social seria eticamente aceitável.
2. Qual será a resposta para esta pergunta de acordo com o utilitarismo?
(B) essa organização social não é eticamente aceitável, porque não maximiza a felicidade do maior número de pessoas;
(C) essa organização social é eticamente aceitável, porque dessa forma todas as pessoas cumprirão o seu dever;
(D) essa organização social não é eticamente aceitável, porque o princípio que está na sua base não é universalizável.
Texto 2
Ficha E03
3. O 'padrão moral utilitarista' a que o texto 2 se refere:
(A) é o princípio da utilidade ou da maior felicidade e este deve ser aplicado com imparcialidade;
(B) é o princípio da imparcialidade ou da maior utilidade e este deve ser aplicado de acordo com a igualdade;
(C) é o princípio da universabilidade ou da maior utilidade e este deve ser aplicado com imparcialidade;
(D) é o princípio da universabilidade ou da maior utilidade e este deve ser aplicado com imparcialidade.
4. Segundo Rawls, os princípios da justiça por si apresentados:
(A) proíbem diferenças entre os indivíduos.
(B) são aqueles que indivíduos racionais escolheriam na posição original.
(C) asseguram a igualdade económica e social.
(D) são aqueles que os indivíduos escolheriam sem o véu de ignorância.
5. As normas jurídicas distinguem-se das normas morais, porque:
(A) as normas morais são o fundamento da vida em sociedade e as normas jurídicas dependem das preferências dos indivíduos;
(B) as normas jurídicas são escritas e obrigatórias e a sua violação é sancionada pelo Estado;
(C) as normas morais são escritas e obrigatórias e a sua violação é sancionada pela consciência moral;
(D) as normas morais não são escritas mas são obrigatórias e a sua violação é sancionada pelo Estado.
6. As éticas deontológicas:
(A) consideram que o valor moral das ações advém do carácter do agente;
(B) consideram que o valor moral das ações advém da intenção;
(C) consideram que o valor moral das ações advém das suas consequências;
(D) consideram que o valor moral das ações advém das circunstâncias.
7. De acordo com Stuart Mill o critério da moralidade é:
(A) o princípio da maior felicidade;
(B) o imperativo da maior imparcialidade;
(C) o imperativo categórico;
(D) o imperativo categórico da maior felicidade.
8. Stuart Mill defende que a ação moral é determinada:
(A) pela intenção racional de cumprir o dever moral;
(B) pelas consequências das ações quando destas puder resultar a felicidade do maior número;
(C) pela bondade da vontade de quem quer a felicidade da maioria;
(D) pelo carácter moral do agente.
9. Para Kant, o imperativo 'Age de maneira a que a máxima da tua ação se possa tornar numa lei universal', significa:
(A) a defesa do relativismo moral;
(B) que a lei moral é subbjetiva;
(C) que ao obedecer a este imperativo os seres racionais têm a certeza de que as suas ações terão boas consequências;
(D) que devemos agir sem olhar às consequências.
10. Uma das críticas apontadas à teoria de Stuar Mill é a de que:
(A) é uma ética que privilegia o dever moral;
(B) é uma ética desumana, demasiado formal e incapaz de dar conta dos dilemas morais;
(C) é uma ética que se centra exclusivamente na felicidade;
(D) é uma ética que depende demasiado das normas morais vigentes nas sociedades.
11. Na teoria de John Rawls, o conceito de «véu de ignorância»:
(A) permite conceber o estado natural do homem antes da sociedade;
(B) significa que os cidadãos estão cobertos de preconceitos;
(C) significa a posição original na história humana;
(D) permite conceber cidadãos capazes de julgar imparcialmente.
12. Segundo John Rawls, a conceção de justiça fundamenta-se na:
(A) partilha da mesma noção de bem comum por todos os cidadãos;
(B) distribuição igualitária de bens por todos os cidadãos.
(C) partilha dos mesmos princípios de justiça por todos os cidadãos.
(D) distribuição utilitarista do mérito por todos os cidadãos.
13. Em John Rawls, é condição necessária da aplicação do princípio da diferença a:
(A) igualdade equitativa de oportunidades;
(B) anulação do princípio da liberdade;
(C) igualdade de mérito e de talento;
(D) conservação dos direitos adquiridos.
Texto 3
14. Segundo Stuart Mill, o princípio da maior felicidade:
(A) aplica-se sem se olhar às consequências das ações;
(B) aplica-se tendo em conta as consequências das nossas ações para as pessoas diretamente afetadas;
(C) aplica-se tendo em conta as consequências das nossas ações para a Humanidade, tomada universalmente;
(D) aplica-se valorizando a intenção do agente.
15. O texto de Stuart Mill (texto 3) refere-se explicitamente à teoria ética de Kant, refutando-a, ao afirmar que:
(A) "quem salva um semelhante de se afogar faz o que está moralmente correto, quer o seu motivo seja o dever, ou a esperança de ser pago pelo seu incómodo";
(B) "a doutrina que aceita como fundamento da moral a utilidade, (...), defende que as ações são corretas na medida em que tendem a promover a felicidade";
(C) "Os autores utilitaristas defenderam em geral a superioridade dos prazeres mentais sobre os corporais;
(D) "seria absurdo que a avaliação dos prazeres dependesse apenas da quantidade.
16. Diferentemente de Kant, Stuart Mill defende que a ação ética visa:
(A) a obtenção do prazer pessoal e a promoção dos interesses individuais;
(B) o prazer em realizar a ação independentemente dos seus resultados;
(C) a promoção da maior felicidade comum;
(D) o desejo do agente de ser feliz.
17. No caso do dilema de Henrique, se o Henrique seguir o critério de moralidade do utilitarismo, deve roubar o medicamento para salvar a vida à sua mulher?
(A) não, porque se o Henrique roubar o medicamento está a violar a lei, pondo em causa a felicidade da maioria, pois as violações da lei aumentam a dor geral;
(B) não, porque se o Henrique roubar o medicamento está a pôr em causa a obtenção dos prazeres superiores do farmacêutico;
(C) sim, porque se o Henrique roubar o medicamento está a promover a maior felicidade, uma vez que a morte e a dor a ela associada é maior comparativamente à dor do farmacêutico ao saber do roubo do medicamento;
(D) sim, porque o farmacêutico merece ser castigado pelo seu egoísmo.
18. De acordo com a teoria da justiça de John Rawls,
(A) o direito a dispormos do que ganhamos ou adquirimos é absoluto;
(B) toda e qualquer desigualdade entre os indivíduos deve ser suprimida;
(C) uma igual liberdade é suficiente para assegurar a justiça social;
(D) as desigualdades económicas são aceitáveis sob certas condições.
GRUPO II
Texto 3
Não existe sistema moral algum no qual não ocorram casos inequívocos de obrigações em
conflito. Estas são as verdadeiras dificuldades, os momentos intrincados na teoria ética e na orientação conscienciosa da conduta pessoal. São ultrapassados, na prática, com maior ou menor sucesso, segundo o intelecto e a virtude dos indivíduos; mas dificilmente pode alegar-se que alguém está menos qualificado para lidar com eles por possuir um padrão último para o qual podem ser remetidos os direitos e os deveres em conflito. Se a utilidade é a fonte última das obrigações morais, pode ser invocada para decidir entre elas quando as suas exigências são incompatíveis. Embora a aplicação do padrão possa ser difícil, é melhor do que não ter padrão algum […].
S. Mill, Utilitarismo, Lisboa, Gradiva, 2005 (adaptado)
Esclareça o conceito de «utilidade», integrando-o na ética de Stuart Mill.
2. Atente na primeira afirmação do texto de Stuart Mill: «Não existe sistema moral algum no qual não ocorram casos inequívocos de obrigações em conflito.»
Confronte as perspetivas de Kant e de Stuart Mill acerca da forma de resolver conflitos de obrigações.
Na sua resposta, recorra a um exemplo de conflito de obrigações.
Texto 4
O valor moral da ação não reside, portanto, no efeito que dela se espera […]. Nada senão a
representação da lei em si mesma, que em verdade só no ser racional se realiza, enquanto é ela, e não o esperado efeito, que determina a vontade, pode constituir o bem excelente a que chamamos moral, o qual se encontra já presente na própria pessoa que age segundo esta lei, mas não se deve esperar somente do efeito da ação.
I. Kant, Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Lisboa, Edições 70, 1988, pp. 31-32 (adaptado)
3. Compare, a partir do texto, a perspetiva de Kant com a de Mill relativamente àquilo que determina o valor moral da ação.
_________________
Correção:
Grupo II
1.(B); 2.(A); 3.(A); 4.(B); 5.(B); 6.(C); 7.(A); 8.(B); 9.(D); 10.(C); 11.(D); 12.(C); 13.(A); 14.(B);
15.(A); 16.(C); 17(C); 18(D).
Grupo II
1.Cenário de resposta:
A resposta integra os seguintes aspetos, ou outros considerados relevantes e adequados.
– Esclarecimento da raiz hedonista do princípio da utilidade:
• uma ação é útil quando promove a felicidade;
• a felicidade consiste no prazer e na ausência de dor;
• a obrigação moral básica é que a nossa ação, nas circunstâncias em que ocorre, maximize a felicidade
para o maior número possível de pessoas por ela afetadas;
• os interesses de todos os afetados por uma ação devem ser tidos em conta de forma imparcial.
– Explicitação da natureza consequencialista e utilitarista da ética de Stuart Mill:
• o princípio da utilidade é o único critério em que se baseia a avaliação moral de uma ação;
• o valor moral de uma ação depende das suas consequências (são moralmente boas as ações que têm as melhores consequências possíveis).
_________________
Correção:
Grupo II
1.(B); 2.(A); 3.(A); 4.(B); 5.(B); 6.(C); 7.(A); 8.(B); 9.(D); 10.(C); 11.(D); 12.(C); 13.(A); 14.(B);
15.(A); 16.(C); 17(C); 18(D).
Grupo II
1.Cenário de resposta:
A resposta integra os seguintes aspetos, ou outros considerados relevantes e adequados.
– Esclarecimento da raiz hedonista do princípio da utilidade:
• uma ação é útil quando promove a felicidade;
• a felicidade consiste no prazer e na ausência de dor;
• a obrigação moral básica é que a nossa ação, nas circunstâncias em que ocorre, maximize a felicidade
para o maior número possível de pessoas por ela afetadas;
• os interesses de todos os afetados por uma ação devem ser tidos em conta de forma imparcial.
– Explicitação da natureza consequencialista e utilitarista da ética de Stuart Mill:
• o princípio da utilidade é o único critério em que se baseia a avaliação moral de uma ação;
• o valor moral de uma ação depende das suas consequências (são moralmente boas as ações que têm as melhores consequências possíveis).
2.
3. Cenário de resposta:
A resposta integra os seguintes aspetos, ou outros considerados relevantes e adequados.
–– Caracterização do conceito de dever moral absoluto: os deveres morais absolutos são obrigações que devem ser sempre cumpridas.
–– Explicitação do imperativo categórico como obrigação moral absoluta, em Kant: o imperativo categórico exige conformidade da máxima da ação com a universalidade da lei; não admite situações em que seja aceitável violar a lei moral, impondo, portanto, deveres morais absolutos.
–– Explicitação do princípio de utilidade, em Stuart Mill: o princípio de utilidade exige que das nossas ações resulte a maior felicidade possível para o maior número possível de pessoas; admite situações em que violar uma regra é aceitável, pelo que não há deveres morais absolutos, exceto a própria procura da felicidade.
Etiquetas:
Testes - modelo,
Testes - modelo 10º Ano,
Testes 10º Ano
sexta-feira, 13 de março de 2015
Teste modelo - A moral e a ética / Ética deontológica e ética teleológica / Ética deontológica de Kant
Grupo I
Grupo II
As questões deste grupo são questões de exame. O seu grau de dificuldade é muito elevado. Pode ver os cenários de resposta aqui.
Leia o texto seguinte.
Texto 2
"Ora todos os imperativos ordenam ou hipotética ou categoricamente. Os hipotéticos representam a necessidade prática de uma ação possível como meio de alcançar qualquer outra coisa que se quer (ou que é possível que se queira). O imperativo categórico seria aquele que nos representasse uma ação como objetivamente necessária por si mesma, sem relação com qualquer outra finalidade.
[...] No caso de a ação ser apenas boa como meio para qualquer outra coisa, o imperativo é hipotético; se a ação é representada como boa em si, por conseguinte, como necessária numa vontade em si conforme à razão, como princípio dessa vontade, então o imperativo é categórico."
I. Kant, Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Lisboa, Edições 70, 2011
1. A partir do texto, mostre por que razão, para Kant, a ação com valor moral se fundamenta no imperativo categórico e não em imperativos hipotéticos.
Na sua resposta, integre, de forma pertinente, informação do texto.
2. Será que há deveres morais absolutos?
Compare as respostas de Kant e de Stuart Mill a esta questão.
Grupo III
Texto 3
"Se, ao agir em função do meu sentido do dever, eu tentar salvar uma criança que está a afogar-se, mas acabar por, acidentalmente, afogar a criança, pode ainda considerar-se que agi moralmente uma vez que os meus motivos eram do tipo apropriado: as consequências da minha acção teriam sido, neste caso, trágicas, mas irrelevantes no que respeita ao valor moral do que fiz". A ética deontológica de Kant
1. Analise o texto 2 e, a partir dessa análise, explique as limitações da ética deontológica de Kant.
1. As éticas deontológicas:
(A) consideram que o valor moral das ações advém do carácter do agente;
(B) consideram que o valor moral das ações advém da intenção;
(C) consideram que o valor moral das ações advém das suas consequências;
(D) consideram que o valor moral das ações advém das circunstâncias.
2. O relativismo moral permite que as pessoas se tornem melhores, porque são livres de escolher as normas morais que preferem seguir. Esta afirmação é:
(A) falsa, porque segundo o relativismo moral as pessoas não podem escolher as normas morais;
(B) verdadeira, porque as pessoas tornam-se más porque não as deixam ser elas próprias;
(C) falsa, porque de acordo com o relativismo não há um padrão comum para aferir esse melhoramento;
(D) verdadeira, porque só com o relativismo moral as pessoas podem evoluir.
3. Só se as pessoas seguirem as normas morais da sua sociedade poderão ser autónomas. Esta afirmação é:
(A) verdadeira, porque quem vai contra as normas morais não pode ser autónomo;
(B) verdadeira, porque só é autónomo quem obedece às leis e costumes da sua sociedade;
(C) falsa, porque para serem autónomas as pessoas não devem seguir normas morais;
(D) falsa, porque só é autónomo quem consegue analisar criticamente as normas morais.
4. Quanto ocorreu o terramoto no Haiti, o João quis fazer um donativo para uma campanha de ajuda às vítimas. Cada mil euros doados permitia salvar 100 vidas. O João trabalhava para um tio avarento com gavetas cheias de dinheiro espalhadas pela casa, cujo montante não se dava ao trabalho de contar. Como não tinha dinheiro, o João roubou 1000 euros ao tio e fez o donativo em nome do tio. Esta ação do João é boa de acordo com a teoria ética de Stuart Mill?
(A) não, porque o João usou o tio como meio para alcançar os seus fins;
(B) sim, porque as consequências da ação do João promoveram a felicidade do maior número de pessoas;
(C) sim, porque o João tinha o dever moral de roubar o dinheiro ao tio;
(D) não, porque a intenção do João não é boa.
5. A ética distingue-se da moral, porque:
(A) a moral é uma disciplina filosófica que problematiza a ação moral e o fundamento das normas morais;
(B) a ética é uma disciplina filosófica que problematiza a ação moral e o fundamento das normas morais;
(C) a moral é uma reflexão sobre os problemas éticos;
(D) a ética é o conjunto das normas morais.
6. As éticas teleológicas:
(A) consideram que o valor moral das ações advém do carácter do agente;
(B) consideram que o valor moral das ações advém da intenção;
(C) consideram que o valor moral das ações advém das suas consequências;
(D) consideram que o valor moral das ações advém das circunstâncias.
7. De acordo com Kant o critério da moralidade é:
(A) o princípio da maior felicidade;
(B) o imperativo da maior felicidade;
(C) o imperativo categórico;
(D) o imperativo categórico da maior felicidade.
8. Kant defende que a ação moral é determinada:
(A) pela intenção racional de cumprir o dever moral;
(B) pela felicidade do maior número proporcionada pela obediência à lei moral;
(C) pela bondade da vontade altruísta;
(D) pelo carácter moral do agente.
9. Para Kant, o imperativo 'Age de maneira a que a máxima da tua ação se possa tornar numa lei universal', significa:
(A) a defesa do relativismo moral;
(B) que a lei moral é objetiva;
(B) que a lei moral é objetiva;
(C) que ao obedecer a este imperativo os seres racionais têm a certeza de que as suas ações terão boas consequências;
(D) que todos os seres racionais podem alcançar a felicidade.
10. Uma das críticas apontadas à teoria de Kant é a de que:
(A) é uma ética que negligencia o dever moral;
(B) é uma ética desumana, demasiado formal e incapaz de dar conta dos dilemas morais;
(C) é uma ética que se centra exclusivamente na felicidade;
(D) é uma ética que depende demasiado das normas morais vigentes nas sociedades.
Texto 1
"O princípio da maior felicidade pode, sem dúvida, fornecer máximas, mas nunca aquelas que serviriam de leis da vontade(...). Podem certamente dar-se regras gerais, mas nunca regras universais, isto é, regras que, em média, são corretas na maior parte das vezes, mas não regras que devem ser sempre e necessariamente válidas (...). Este princípio não prescreve, pois, a todos os seres racionais as mesmas regras práticas, embora estejam compreendidas sob um título comum, a saber, a felicidade."
Immanuel Kant, Crítica da Razão Prática, Edições 70, 1989
11. Segundo Kant, o princípio da felicidade:
(A) prescreve regras universais, porque todas as pessoas as podem seguir;
(B) é contrário à moral, porque torna as pessoas egoístas;
(C) é um princípio ético que a todos impõe a beatitude;
(D) pode fornecer regras, mas não uma lei moral.
(D) pode fornecer regras, mas não uma lei moral.
12. O texto de Kant (texto 1) refere-se implicitamente ao imperativo categórico quando menciona:
(A) as máximas da ação;
(B) as leis da vontade;
(C) regras, em média, corretas,
(D) o princípio da felicidade.
13. Diferentemente de Kant, Stuart Mill defende que a ação ética visa:
(A) a obtenção do prazer pessoal e a promoção dos interesses individuais;
(B) o prazer em realizar a ação independentemente dos seus resultados;
(C) a promoção da maior felicidade comum;
(D) o desejo do agente de ser feliz.
_____________
Correção do Grupo I:
1.B; 2.C; 3.D; 4.B; 5.B; 6.C; 7.C; 8.A; 9.B; 10.B; 11.D; 12.B; 13.C
Correção do Grupo I:
1.B; 2.C; 3.D; 4.B; 5.B; 6.C; 7.C; 8.A; 9.B; 10.B; 11.D; 12.B; 13.C
As questões deste grupo são questões de exame. O seu grau de dificuldade é muito elevado. Pode ver os cenários de resposta aqui.
Leia o texto seguinte.
Texto 2
"Ora todos os imperativos ordenam ou hipotética ou categoricamente. Os hipotéticos representam a necessidade prática de uma ação possível como meio de alcançar qualquer outra coisa que se quer (ou que é possível que se queira). O imperativo categórico seria aquele que nos representasse uma ação como objetivamente necessária por si mesma, sem relação com qualquer outra finalidade.
[...] No caso de a ação ser apenas boa como meio para qualquer outra coisa, o imperativo é hipotético; se a ação é representada como boa em si, por conseguinte, como necessária numa vontade em si conforme à razão, como princípio dessa vontade, então o imperativo é categórico."
I. Kant, Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Lisboa, Edições 70, 2011
1. A partir do texto, mostre por que razão, para Kant, a ação com valor moral se fundamenta no imperativo categórico e não em imperativos hipotéticos.
Na sua resposta, integre, de forma pertinente, informação do texto.
2. Será que há deveres morais absolutos?
Compare as respostas de Kant e de Stuart Mill a esta questão.
Grupo III
Texto 3
"Se, ao agir em função do meu sentido do dever, eu tentar salvar uma criança que está a afogar-se, mas acabar por, acidentalmente, afogar a criança, pode ainda considerar-se que agi moralmente uma vez que os meus motivos eram do tipo apropriado: as consequências da minha acção teriam sido, neste caso, trágicas, mas irrelevantes no que respeita ao valor moral do que fiz". A ética deontológica de Kant
1. Analise o texto 2 e, a partir dessa análise, explique as limitações da ética deontológica de Kant.
Etiquetas:
Testes - modelo 10º Ano,
Testes 10º Ano
terça-feira, 10 de março de 2015
Teste 4 - Matriz
Seja original e crítico nas suas respostas.
Deve desenvolver as suas respostas!
TESTE MODELO SOBRE OS VALORES ÉTICOS
Esclarecimento de dúvidas por email
(até 24 horas antes do teste - deve indicar o nome, nº. e turma)
Objectivos / Conteúdos:
1. Caracterizar a filosofia a partir das suas principais características: radicalidade; autonomia; historicidade e universalidade;
2. Identificar os diversos elementos constitutivos da ação (os conceitos da ‘rede conceptual da ação’);
3. Definir e relacionar os conceitos de agente, motivo, intenção e consequências (da ação);
4. Distinguir atos voluntários e involuntários; Apresentação
6. Definir o conceito de valor.
7. Compreender a relação entre a ação humana e os valores;
8. Caracterizar os valores tendo em conta as suas principais características: matéria, polaridade e hierarquia;
9. Explicar a valoração e os critérios valorativos, tendo em conta a bússola dos valores;
10. Caracterizar e distinguir juízos de facto e juízos de valor;
18. Problematizar a natureza dos valores: os valores são subjetivos ou objetivos?
19. Explicar a teoria objetivista tendo em conta as suas teses e argumentos;
20. Explicar a teoria subjetivista tendo em conta as suas teses e argumentos;
21. Explicar a teoria estruturalista tendo em conta as suas teses e argumentos;
22. Analisar conflitos de valores/ Definir o conceito de conflito de valores;
24. Reconhecer a importância da Razão como critério valorativo;
25. Definir o conceito de cultura;
26. Explicar porque é que o homem é produto e produtor da cultura;
28. Analisar o conceito de identidade cultural;
29. Reconhecer a importância da diversidade cultural;
31. Definir e interpretar o etnocentrismo;
32. Definir e interpretar o relativismo cultural;
33. Definir e interpretar o interculturalismo;
34. Definir o conceito de moral;
35. Definir o conceito de ética;
36. Distinguir a ética da moral;
37. Compreender a natureza das normas morais;
38. Usar a Razão como critério de deliberação moral na análise ética de situações;
39. Definir o relativismo moral;
40. Compreender que o relativismo moral é eticamente insustentável;
41. Compreender a ética como uma fundamentação racional da ação moral;
42. Definir e distinguir a ética deontológica e a ética teleológica;
43. Compreender a ética deontológica de Kant;
44. Compreender o imperativo categórico como critério moral racional;
45. Compreender a universalização (universalizibilidade) como a base de aplicação do imperativo categórico;
46. Reconhecer e aplicar as duas versões do imperativo categórico;
47. Distinguir entre autonomia e heteronomia;
48. Compreender a pessoa como fim em si mesmo;
49. Distinguir entre preço e dignidade (entre coisa e pessoa);
50. Distinguir agir por dever e agir conforme ao (ou em conformidade com) o dever;
51. Analisar criticamente a ética deontológica de Kant, atendendo às suas possíveis limitações;
52. Colocar problemas de forma pertinente;
53. Identificar problemas, teses e argumentos;
54. Construir argumentações sólidas.
____________
Questões de verificação da aprendizagem
1. Qual é a relação entre os valores e a acção humana?
2. O que são os valores?
3. O que significa dizer que os valores são construções humanas?
4. De que modo podem os valores orientar e guiar o agir?
5. Que tipos de valor estão presentes na nossa vida?
6. Que características podemos atribuir aos valores? Como explicar cada uma dessas características?
7. O que distingue juízo de facto de juízo de valor?
8. O que defende o objetivismo axiológico? E a teoria subjetivista?
9. O que são conflitos de valores? E critérios valorativos?
10. Sou capaz de dar exemplos de situações de conflito de valores?
11. A superação de conflitos de valores depende de que fatores?
12. O que é a moral?
13. O que é a ética?
14. Por que razão a vida em sociedade exige regras morais?
15. O relativismo moral é eticamente sustentável?
16. O que é um dilema moral?
17. Temos o dever ético de sermos autónomos?
18. Quais são os fundamentos das éticas deontológicas?
19. Qual é o critério moral da ética deontológica de Kant?
20. Quais são os fundamentos das éticas teleológicas (consequencialistas)?
21. Qual é o critério moral da ética teleológica (consequencialista) de Stuart Mill?
22. Segundo Kant, por que razão a moralidade é imposta a cada ser humano de forma categórica?
23. Quais são as formulações do imperativo categórico? Qual a relação entre as duas fórmulas do Imperativo Categórico?
24. Que objeções se podem colocar à teoria ética de Kant?
____________
Recursos:
A ética deontológica de Kant - síntese
Ficha formativa sobre a ética de Kant (trata-se de uma versão mais pequena da ficha trabalhada em grupo).
Ficha formativa sobre a ética de Kant - correção
TESTE MODELO SOBRE OS VALORES ÉTICOS
Para preparar o teste 4 convém analisar em profundidade o teste 3:
Testes sobre os valores (com as respetivas correções):
Teste 3 10D
Teste 3 10E
Testes sobre os valores (com as respetivas correções):
Teste 3 10D
Teste 3 10E
Vídeos:
A Moral e a Ética
A ética deontológica de Kant
Mapas conceptuais:
(Clicar nas imagens para aumentar)
![]() |
| A Moral e a Ética |
![]() |
| A Moral |
![]() |
| A Ética |
![]() |
| A Ética Deontológica e a Ética Teleológica |
![]() |
| A Pessoa de acordo com Kant |
Subscrever:
Mensagens (Atom)










