sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Teste 3 - Matriz

Nota: neste teste é obrigatório o uso de folha de teste.

Objectivos / Conteúdos:

1. Definir silogismo categórico;
2. Identificar os elementos do silogismo a partir da análise da definição de silogismo categórico (termo médio; termo menor e termo maior);
3. Analisar os silogismos quanto ao modo;
4. Reconhecer as figuras do silogismo;
5. Aplicar as regras de validade silogística;
6. Relacionar a lógica e a filosofia;
7. Identificar argumentos cogentes/definir cogência (Manual, pp. 85-87);
8. Identificar, analisar e construir argumentos não dedutivos: indução; de autoridade; por analogia.
9. Definir o conceito de falácia;
10. Identificar as falácias informais estudadas: petição de princípio, falso dilema, apelo à ignorância, ad hominem,derrapagem (ou bola de neve), boneco de palha (ou espantalho), falsa analogia, apelo à autoridade (Manual, p. 97) e indução preguiçosa.
11. Problematizar a relação entre persuasão e manipulação (ter em atenção o documentário "A Servidão Moderna");
12.Interpretar o conhecimento como relação entre um sujeito e um objeto, da qual resulta uma representação mental do objecto pelo sujeito (descrição fenomenológica);
13. Identificar diversos tipos de conhecimento: Conhecimento proposicional; saber-fazer e conhecimento por contacto;
14. Problematizar a relação entre os diversos tipos de conhecimento;
15. Definir o conceito de crença;
16. Identificar as condições necessárias do conhecimento (crença; verdade e justificação);
17. Relacionar conhecimento e verdade: o conhecimento é factivo;
18. Analisar e discutir a definição tradicional do conhecimento como crença verdadeira justificada.
19. Distinguir conhecimento a priori e conhecimento a posteriori;
20.Compreender as noções de conhecimento primitivo e derivado (ou inferencial).
21. Compreender o problema da possibilidade do conhecimento;
22. Compreender o papel dos cépticos na discussão do problema;
23. Analisar os argumentos cépticos estudados: a divergência de opiniões; a regressão infinita e a falibilidade do conhecimento sensorial.
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Algumas questões:

Quando é que podemos dizer que conhecemos algo?

É possível adquirirmos um saber-fazer sem, ao mesmo tempo, termos um conhecimento por contacto?

Se a humanidade estiver impedida de ter um conhecimento por contacto de um certo objecto (por exemplo, um planeta distante), podemos concluir que também estar impedida de ter conhecimentos proposicionais acerca desse objecto?

Podemos afirmar que todos os conhecimentos proposicionais têm origem (ainda que muito remota) em conhecimentos por contacto? Pode concluir-se que o conhecimento por contacto é a origem de todo o conhecimento?

Será que todo o conhecimento proposicional é indireto? Porquê? (Manual, p. 115).

Será que só podemos ter conhecimento por contacto das nossas próprias sensações , mas não do mundo exterior que causa essas sensações? Justifique.(Manual, p. 115).



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